-Decididamente a verdade não faz parte do ADN dos governos de José Sócrates. O Tribunal de Contas é uma vez mais demolidor.
-Decididamente a verdade não faz parte do ADN dos governos de José Sócrates. O Tribunal de Contas é uma vez mais demolidor.
-O futebol é cada vez mais um mundo à parte! E pelo que vamos sabendo ninguém tem grande moral para atirar pedras...
-O apetite socialista pelo dinheiro alheio não conhece limites, o importante para eles não é reduzir despesas, mas conseguir aumentar o produto do saque fiscal por todos os meios, por forma a continuarem gastando à tripa forra.
-Sob o manto do Código Contributivo da Segurança Social, positivo a meu ver, na medida em que vem criar um regulamento de contribuições, substituindo taxas dispersas, o governo prepara-se para efectuar mais um ataque ao bolso dos trabalhadores e sustentabilidade das empresas, alargando a base contributiva da segurança social, aumentando por essa via as receitas obtidas através da TSU., que se traduzirá em redução das remunerações para uns, e diminuição de liquidez para outros.
-Uma coisa são as taxas aplicáveis, existe quem sistematicamente reclame por maiores impostos sobre o sector bancário, têm uma visão do Estado, sociedade e economia, que de forma alguma subscrevo. Mas os impostos são o que são, justos ou injustos todos nós contribuintes, individuais ou colectivos, estamos obrigados a cumprir com a legislação em vigor, ficando depois sujeitos à fiscalização e eventuais sanções os que prevaricarem, não se compreendem pois prescrições sobre faltas do sector bancário, quando sabemos que o cidadão não tem essa hipótese, algumas pequenas empresas nem sequer conseguem pagar salários aos seus colaboradores, asfixiadas que estão pela absurda carga fiscal, que até inclui pagamentos por conta, antecipando receitas futuras. Assim não!
-Casos no domínio do absurdo não me surpreendem, a DGCI terá cortado benefícios fiscais a um contribuinte por uma dívida de 1,97 Euros em IMT, para o caso o facto de se tratar dum pensionista portador de deficiência é totalmente irrelevante, o princípio é igual para todos, eu próprio fui citado judicialmente, recebi 2 cartas para me cobrarem um cêntimo de IMT que terei ficado a dever, gostaria que me explicassem como pode alguém sair da repartição de finanças com uma declaração de imposto liquidado, realizar escritura pública e ser notificado à posteriori que afinal é devedor de verbas a roçar o ridículo. Claro que poderemos sempre reclamar, mas o processo é muito pouco simplex, uma vez que a DGCI pertence ao Ministério das Finanças e o registo das escrituras pertence ao Ministério da Justiça, pelo que sai mais barato pagar o que nos pedem, no meu caso pessoal a dívida agravada com juros de mora passou de um para dois cêntimos.
-Volta e meia surgem por aí umas vozes exigindo o fim do sigilo bancário, embora o fisco não esteja de forma alguma impedido de instaurar processos com vista ao levantamento de algo que deve ser visto como um Direito legalmente consagrado, que apenas circunstâncias excepcionais devidamente apreciadas pela Justiça podem revogar, foram aliás mais de mil o número de vezes que os homens do Ministério das Finanças recorreram a tal expediente, embora algum fundamentalismo tenha depois levado a sentenças contrárias às pretensões da máquina fiscal.
-O governo entrega hoje no parlamento a proposta de Orçamento de Estado para 2009. Por enquanto vamos sabendo as boas notícias, actualização dos escalões de IRS, redução da taxa de IVA na aquisição de cadeirinhas de crianças ou redução nas contribuições dos contribuintes com deficiências. Mais à tarde teremos certamente ocasião de conhecer também as más notícias, após a oposição e os media terem acesso ao documento.
Actualização: Começa a demagogia, a despesa com veículos movidos exclusivamente a energia eléctrica ou renováveis podem ser integralmente dedutíveis, apenas um pequeno pormenor, não existem!