-Choque tecnológico, novas oportunidades, e-escola, agora também e-escolinha, 400 milhões de Euros nos próximos 7 meses, exames cada vez mais simplificados, quando pensará o governo reformar verdadeiramente o ensino em Portugal? Avaliar alunos, escolas e professores, introduzir uma cultura de exigência com exames, avaliar desempenho dos profissionais, recrutar os mais qualificados, convidar os que não têm vocação a mudar de vida, para finalmente Portugal formar profissionais aptos, qualificados e responsaveis, em lugar de inadaptados e incapazes, que tem sido infelizmente a tónica do lamentavel ensino público português.