La démocratie donne toute sa valeur possible à chaque homme, le socialisme fait de chaque homme un agent, un instrument, un chiffre. - Alexis de Tocqueville
01
Set 08
publicado por António de Almeida, às 10:09link do post | comentar | ver comentários (3)

        -A Soflusa, empresa de transportes cujo capital é detido na totalidade pela Transtejo, a qual por sua vez é uma empresa privada de capitais públicos, tal como outras empresas de transportes a operarem nas áreas metropolitanas, prestando serviços públicos em regime de exclusividade sem concorrência, está como outras á mercê da chantagem sindical. Não questiono o direito á greve, mas registo que nestas empresas os sindicatos detêm um poder do qual foram arredados, felizmente para o país, na generalidade dos sectores económicos, pois sabem que as empresas mesmo que deficitárias jamais poderão encerrar, o serviço que prestam á comunidade não poderá ser extinto, os postos de trabalho não serão ameaçados, o pagamento de salários não será colocado em causa, porque sendo os capitais públicos, existirá sempre o dinheiro do contribuinte, sem olhar a deficit ou dívida pública, para suportar os prejuízos que a irresponsabilidade sindical possa causar. O desplante é de tal ordem, que os maquinistas fazem greve num período, e os apanha-cabos no período imediatamente subsequente, por forma a prolongar a paralisação no mais descarado oportunismo, com total falta de respeito pelos utentes, sempre os mais penalizados nestas ocasiões. Fossem estas empresas privadas, que as regras do jogo não seriam bem as actuais, razão pela qual o PCP e o seu braço sindical CGTP, se opõem à privatização de empresas desde sempre. Sabem que tal significa inevitavelmente o fim da coutada.

 


19
Jun 08
publicado por António de Almeida, às 16:33link do post | comentar | ver comentários (2)

O Conselho de Ministros aprovou hoje um decreto que permite às empresas de transporte rodoviário de mercadorias repercutirem no preço dos seus serviços os aumentos dos combustíveis sempre que forem superiores a cinco por cento.

       -Se a transportadora que contrato para entregar as matérias primas que necessito para assegurar o normal fucionamento da minha empresa, ou satisfação dos meus caprichos caso recorra a tal serviço por motivos pessoais, decidir aumentar preços,  estará o governo disposto a proibir-me por decreto de mudar de prestador de serviços? Se assim não fôr, o que me impedirá de contratar um concorrente disposto a prestar-me o mesmo serviço a um custo inferior? Ou pretenderá o governo alterar as livres práticas de concorrência permitindo uma cartelização no sector dos transportes? O decreto que o governo aprovou hoje, e que será pulicado em Diário da República não serve para rigorosamente nada, os seus efeitos são nulos, de contrário seria forçosamente inconstitucional.


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