La démocratie donne toute sa valeur possible à chaque homme, le socialisme fait de chaque homme un agent, un instrument, un chiffre. - Alexis de Tocqueville
29
Out 08
publicado por António de Almeida, às 17:36link do post | comentar | ver comentários (1)

      -O Ministro do Trabalho Vieira da Silva, considera imprescindível subir os rendimentos salariais como forma de combater a pobreza. Tenho exactamente o mesmo ponto de vista. Considero desejável subir a produtividade para como forma de possibilitar o crescimento salarial que o ministro defende. O papel das empresas não é promover a redistribuição de riqueza nem tão pouco a solidariedade social, devem procurar ser competitivas, criar riqueza, pois apenas dessa forma conseguirão gerar emprego. O combate ás desigualdades sociais pode ser travado nas escolas, melhorando as qualificações, que irão abrir oportunidades e por essa via elevar as remunerações. Em Portugal os governantes costumam confundir um pouco os planos, esquecendo as competências de cada um, durante anos o direito à habitação foi assegurado às custas dos senhorios, impedidos de aumentar rendas, o que levou á ruína de imóveis, resultando em especulação imobiliária e desertificação dos centros urbanos nas principais cidades, convém agora não repetir o erro, obrigar empresas a remunerar os trabalhadores acima das possibilidades, sem obter ganhos de produtividade, produzirá efeitos contrários, aumentando exponencialmente as falências, arrastando os trabalhadores para o desemprego.


24
Out 08
publicado por António de Almeida, às 16:57link do post | comentar | ver comentários (4)

      -Totalmente de acordo caro Jorge Assunção, esta gente vive irresponsavelmente a pedir como se não estivéssemos a viver uma crise financeira internacional de contornos e resultado imprevisível, com estimativas governamentais apontando para 0,6% de crescimento, e sabemos como costumam os governos ser optimistas nestas ocasiões, o FMI prevê 0,1%, havendo quem aponte o perigo de recessão, já li inclusivé que a continuarem as descidas das taxas de juro, das bolsas e das cotações das matérias primas, com as moedas a desvalorizar, corre-se o risco de deflação, um pesadelo para quem perceba minimamente de economia, mas por cá Ana Avóila, que tem o seu posto de trabalho garantido sem ter necessidade de trabalhar, advoga a recuperação da teoria do oásis, pois só assim poderemos compreender esta postura sindical. Se Portugal ouvisse a CGTP, não restaria alternativa senão fechar o país a cadeado, falido, com a CGTP manifestando-se à porta... em Badajoz!


01
Ago 08
publicado por António de Almeida, às 09:06link do post | comentar | ver comentários (4)

        -Desde que exista acordo entre empregador e trabalhador, nada tenho contra o pagamento de parte do salário em espécie, mas sem tal acordo, nomeadamente se não forem acautelados limites, poderemos vir a assistir a fenómenos absurdos, por exemplo, um caixa de supermercado receber a maioria do seu vencimento em vales de loja, seria uma forma de obrigar ao consumo, dificultando a livre concorrência. Face ás participações que muitas empresas detêm sobre outras, com tempo e imaginação, até poderiamos assistir á montagem de esquemas em pirâmide, o que é manifestamente ilegal. Já me parece razoavel, a atribuição de prémios ou suplementos em espécie, visto os mesmos não serem por regra fixos ou regulares. Percebo a intenção, concordo com o princípio, mas convém acautelar para evitar o absurdo.


24
Jun 08
publicado por António de Almeida, às 09:57link do post | comentar

        -Garantida a assinatura das confederações patronais muito por via da adaptabilidade de horários o governo prepara-se para obter a assinatura da UGT em sede de concertação social, bastando para tal deixar cair a possibilidade de despedimento por inadaptação funcional, assegurando Vieira da Silva que dinamizará a contratação colectiva e o combate á precaridade. Sobre este último ponto mantenho o que escrevi anteriormente, verificando-se o cenário proposto, obtem-se eventualmente alguma redução na precaridade laboral que será directamente transferida para o desemprego, provocando uma redução salarial nos novos contratos a celebrar, a termo inevitavelmente por via do aumento dos encargos fiscais, sem termo por arrastamento face á disponibilidade de mão de obra pelo aumento do desemprego. O estado quando intervém na economia com regulação em excesso normalmente provoca mais estragos do que aqueles que se propõe evitar.


23
Abr 08
publicado por António de Almeida, às 22:54link do post | comentar | ver comentários (1)

Código Trabalho: Bagão Félix esperava mais alterações e maior coerência

        -Bagão Félix, ex-ministro do trabalho, lembra bem a falta de coerência socialista, que na oposição faz o discurso da terra queimada, para no governo manter o essêncial da política alheia. Pior, o projecto do governo vem agravar os problemas da economia portuguesa, a pretexto de combater a precaridade, introduz legislação avulsa que supostamente penalizará as empresas, mas na realidade, directa ou indirectamente, os aumentos das contribuições para a segurança social acabarão a ser pagos pelos trabalhadores, já que as empresas irão ajustar as parcelas mantendo o valor total do custo da mão de obra. Quando se afirma que todos têm direito á segurança no emprego, e que mais de um milhão de trabalhadores são precários, alguém sabe exactamente quantas empresas nacionais são PME's, que lutam por sobreviver diáriamente em condições tanto ou mais precárias que os seus trabalhadores? Exceptuando os que defendam o regresso á economia corporativa dos tempos de Salazar, ou a nacionalização das empresas, alguém me explica como poderá um trabalhador numa empresa á beira da falência ter segurança quanto á manutenção do seu posto de  trabalho? Querem fomentar o crescimento económico, e aumentar a competitividade das empresas? Baixem a carga fiscal, e flexibilizem alguma da legislação, o que diminuirá o receio dos empresários em contratar, é o único caminho possível para combater o desemprego. E por fim, resolvam com celeridade os conflitos judiciais que são objecto de recurso á justiça, não é admissivel que os casos se arrastem anos pelos tribunais.


22
Abr 08
publicado por António de Almeida, às 18:17link do post | comentar | ver comentários (7)

Governo reduz taxa social única para as empresas que empreguem trabalhadores sem contrato a prazo

"Assim, as empresas que empreguem trabalhadores sem contrato a termo verão a taxa social única passar dos actuais 23,75, para 22,75 por cento. As empresas que por sua vez contratem trabalhadores com contrato a termo verão a contribuição para a segurança social passar de 23,75 para 26,75".
-O governo pretende penalizar fortemente a contratação de trabalhadores com contrato a termo, o que na prática levará a que muitas empresas pura e simplesmente não admitam novos trabalhadores, excepto se tal for completamente inevitável, enquanto por sua vez a redução nas contribuições para os contratos sem termo é pífia, face ao enquadramento da legislação laboral no nosso país. Estas bizarrias legislativas por parte dos socialistas irão provocar um aumento do número de desempregados. Irra, que é estado a mais, parem de interferir na economia, são os primeiros culpados da crise económica e social que o país atravessa, e pretendem ainda asfixiar mais as empresas, não lhes chega já a pesadíssima carga fiscal, o apetite voraz dos socialistas pelo dinheiro alheio sai-nos caro!


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