La démocratie donne toute sa valeur possible à chaque homme, le socialisme fait de chaque homme un agent, un instrument, un chiffre. - Alexis de Tocqueville
11
Ago 08
publicado por António de Almeida, às 18:22link do post | comentar

       -Não concebo o estado a intervir na economia. Mas existe algo ainda pior, o estado a impedir o funcionamento da economia, a serem verdadeiras as acusações dum empresário da Covilhã, que farto de esperar pelo funcionamento da Justiça fiscal, resolveu entregar na rep. de finanças as chaves da empresa, e com ela o futuro dos seus trabalhadores.


24
Mar 08
publicado por António de Almeida, às 10:13link do post | comentar | ver comentários (3)
PUBLICO - DGCI ameaça noivos com coimas se não derem informações sobre o casamento


-Li 2 vezes esta notícia do PÚBLICO, pela dificuldade de acreditar na mesma á primeira, tal a bizarria nos métodos de actuação da DGCI. Não serei eu a defender a fuga e evasão fiscal, ainda que possa contribuir para a sua explicação, a mesma deriva em parte da pesadíssima carga fiscal, nomeadamente a que incide sobre o rendimento, a par com o fraco desempenho da economia. Os dois factores em conjunto, levam a que muita gente necessitada de dinheiro, para fazer face a básicas despesas do dia a dia, aceite trabalhar fins de semana ou feriados, os chamados biscates, por vezes em actividades que nem são a sua área profissional, outras, fora da sua entidade profissional. Isto acontece em casamentos, baptizados, noites de fim de ano, e mais alguns eventos esporádicos. Não fora assim, e tudo declarado, muitos nem aceitariam tais trabalhinhos extras, nem sei mesmo se existiriam pessoas para assegurar a realização de tais eventos. Isto não quer dizer que o estado, através da entidade competente, a DGCI, deva fechar os olhos, ou pactuar com a ilegalidade, mas intimidar os noivos? Não terão outros métodos? Não poderão aceder aos locais onde estas actividades decorrem, durante a realização das mesmas, identificar quem lá está prestando serviço, de forma discreta, sem perturbar a cerimónia, e actuar á posteriori? Ou como estas actividades decorrem fora das normais horas de expediente da função pública, opta a DGCI por estes bizarros métodos, para não pagar horas extraordinárias aos seus próprios funcionários? Em qualquer caso, há aqui algo de errado.


Adenda

Em reacção á notícia do PÚBLICO, Finanças vão corrigir “excessos” na informação exigida a recém-casados.

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