-Por várias vezes tenho escrito que sobre os contribuintes portugueses pesa uma carga fiscal asfixiante, que impede a criação de riqueza criando obstáculos ao investimento, e por essa via o desenvolvimento económico, que poderia gerar um maior número de empregos, obrigando a livre concorrência entre agentes económicos à sua qualificação. Ao invés, Portugal é um exemplo a não seguir, tem todos os defeitos que um Estado pode ter, desde 1996, ano em que os socialistas ocuparam o poder que o monstro tem um apetite cada vez mais voraz, os contribuintes aplicam forçadamente cada vez mais dinheiro, recebendo em troca cada vez menos em troca pelo esforço despendido, quantitativa e qualitativamente. Os números pertecem ao INE.