-Quando Jorge Coelho foi contratado para líder-executivo da Mota Engil, defendi a sua total legitimidade de assumir tal lugar, porque prefiro saber quem negoceia com o Estado, do que ouvir sistematicamente falar em poderosos interesses, que nunca têm rosto. Pois chegou uma oportunidade de percebermos todos se existe ou não promiscuidade, e conflito de interesses, o Estado terá de renegociar o contrato de concessão com a Lusoponte, presidida por Ferreira do Amaral, mas cujo capital é detido parcialmente, em 38%, uma participação qualificada, pela Mota-Engil de Jorge Coelho. Nada a opor ás negociações, quero é saber o resultado das mesmas.