-Há muito que venho afirmando a inutilidade da instituição Banco de Portugal, convicção reforçada pelas falhas de supervisão nos casos BPN e BPP. Mesmo que não seja esse o caminho, no mínimo o actual governador, em rigor é mais comissário político ao serviço do PS na instituição, basta relembrar o indecoroso favor prestado no défice estimado em 6,83 por cento, logo no início da legislatura, que serviu de justificação para Sócrates quebrar o compromisso eleitoral, e aumentar impostos, já se deveria ter demitido. O relatório da Provedoria de Justiça, respeitante a 2008, é absolutamente claro, Vítor Constâncio tem um problema de postura, que se traduz em falta de comunicação.