La démocratie donne toute sa valeur possible à chaque homme, le socialisme fait de chaque homme un agent, un instrument, un chiffre. - Alexis de Tocqueville
18
Mai 09
publicado por António de Almeida, às 20:55link do post | comentar | ver comentários (7)

   -A Associação de Professores de Português alerta que as provas de aferição do 4º e 6º ano foram elaboradas com algum critério de facilitismo. Já vimos este filme no passado ano lectivo, pelos vistos estamos em presença do remake em ano eleitoral. O ministério de Maria de Lurdes Rodrigues volta a apostar forte nas estatísticas.


29
Abr 09
publicado por António de Almeida, às 22:56link do post | comentar | ver comentários (3)

   -Afinal não houve aqui qualquer campanha negra, mas uma absoluta e vergonhosa falta de decoro, confundindo Estado e Partido. Importante será apurar quem terá pago a filmagem, Ministério ou PS?


publicado por António de Almeida, às 10:35link do post | comentar | ver comentários (5)

    -A Inspecção-Geral de Educação agora tem por missão averiguar comportamentos de alunos? Procura-se fundamentar a teoria desde sempre levantada pelo Ministério que os alunos estariam a ser manipulados pelos professores? Mas atitudes como o arremesso de ovos e tomates não constituem um ilícito de alteração e perturbação da ordem pública? E assim sendo, porque razão as autoridades policiais competentes, não identificaram os seus autores e apuraram responsabilidades? Está tudo louco neste país.


28
Abr 09
publicado por António de Almeida, às 12:49link do post | comentar | ver comentários (3)

   -É absolutamente lamentável o estado a que isto chegou, tamanha a promiscuidade entre partido e Estado.


22
Abr 09
publicado por António de Almeida, às 17:18link do post | comentar | ver comentários (15)

    -Discordo totalmente da proposta do PS, ao que parece o PSD também já terá em tempos feito apresentado uma igual, de fixar em 12 anos a escolaridade obrigatória. A liberdade pressupõe o respeito por alunos que legitimamente não queiram estudar, mas o Estado teima em decidir o que é melhor para nós. Infelizmente não faz o que deveria, aumentar o grau de exigência necessário para concluir os diferentes ciclos com aproveitamento.


16
Abr 09
publicado por António de Almeida, às 11:49link do post | comentar | ver comentários (7)

   -Bem ou mal, a discussão agora é irrelevante, a verdade é que o governo conseguiu levar por diante o seu modelo de avaliação, Maria de Lurdes Rodrigues, Valter Lemos e Jorge Pedreira chegarão ao final da legislatura nos seus cargos, Mário Nogueira por seu lado pode agendar novas greves ou manifestações, terá sempre de ser considerado derrotado na luta que travou. No entanto ser mais forte não implica obrigatoriamente ter razão, é agora chegado o tempo de avaliação das políticas, que será feita nas urnas de voto, a partir daí na próxima legislatura tudo poderá mudar, ou não, depende da vontade dos portugueses.


13
Abr 09
publicado por António de Almeida, às 10:14link do post | comentar | ver comentários (12)

    -As constantes dificuldades no financiamento das Universidades deveriam levar a reflectir sobre o modelo de ensino que queremos em Portugal. A meu ver não faz qualquer sentido o valor excessivamente baixo das propinas, obrigando a classe média a um brutal esforço em nome da solidariedade, com o objectivo de financiar a formação de quadros superiores, que após concluídos os estudos se tornam em profissionais bem remunerados. Cada estudante deveria em meu entender pagar a sua formação, uma vez que será o primeiro beneficiário a colher o retorno do investimento, o que não invalidaria algum mecanismo de acção social destinada a apoiar alunos socialmente carenciados.


07
Abr 09
publicado por António de Almeida, às 21:55link do post | comentar | ver comentários (5)

    -Várias vezes fui avaliado ao longo da minha carreira profissional, mas nunca as minhas avaliações foram tornadas públicas, eventualmente para efeitos comparativos os colegas poderiam aceder à mesma de forma parcial, mas teriam de solicitá-lo. Este disparate não faz qualquer sentido.


26
Mar 09
publicado por António de Almeida, às 12:19link do post | comentar | ver comentários (6)

   -Espero que o Ministério da Educação obrigue os alunos subsidiados para aquisição do computador Magalhães, a fazerem prova da sua posse, remetendo factura com os custos totais aos prevaricadores que lhe possam eventualmente ter dado outro destino, retornando assim à procedência o subsídio recebido e não utilizado.


17
Mar 09
publicado por António de Almeida, às 18:45link do post | comentar | ver comentários (1)

    -Como bem escreveu Ferreira-Pinto num comentário em post anterior, Barqueiros é uma freguesia PS, Barcelos um concelho PSD. A responsável pela DREN, Margarida Moreira, é militante do Partido Socialista, como é do conhecimento geral, curiosamente as maiores críticas partiram da Junta de Freguesia e não da Câmara Municipal. Seria lamentável que todo este episódio viesse a transformar-se naquilo que não é, uma questão política. Os estudantes colocados no contentor, fazem parte do programa de ensino especial destinado a alunos com dificuldades na aprendizagem, não há aqui qualquer atitude racista, excepto se me demonstrarem que existe uma outra turma na mesma escola para alunos em idênticas circunstâncias, e que nenhum deles seja de etnia cigana. Para além de que a escola é segundo li frequentada por outros alunos ciganos, que não necessitando de apoio especial, frequentam turmas normais integrados na restante comunidade. Provavelmente a origem do problema residirá na falta de condições que são proporcionadas a estes alunos, por viverem em acampamento, mas essa questão tenho visto ser muito pouco referida, o politicamente correcto continua a ditar regras.


publicado por António de Almeida, às 14:59link do post | comentar | ver comentários (2)

    -Os ciganos não são imigrantes, mas portugueses com uma etnia diferente da maioria da população, pelo que o episódio de Barcelos deve ser tratado pelas entidades competentes para o efeito, a DREN ou C.M.Barcelos, eventualmente o Ministério da Educação. O resto são fait-divers, oportunismos políticos ou procura de mediatismo.


publicado por António de Almeida, às 11:15link do post | comentar | ver comentários (10)

    -Não podemos tratar de forma igual aquilo que é diferente. Escrevi muito sobre racismo no Verão passado a propósito da Quinta da Fonte, e mais uma vez a história repete-se, a julgar pelo que li, ouvi sobre este episódio de Barqueiros, concelho de Barcelos. Em Portugal os alunos que têm dificuldades de aprendizagem são colocados num regime especial de ensino, sejam europeus, africanos ou ciganos. Esta comunidade tem aliás uma tendência para a vitimização a roçar o descaramento, por exemplo o pai que protesta o facto do filho ter passado de ano e não ter sido colocado numa turma normal, esquecendo que o filho já tem 14 anos, pretenderia colocá-lo com crianças de 10. Muitos deles, só enviam as crianças à escola para poderem receber o Rendimento Social de Inserção, mas o politicamente correcto vigente na nossa sociedade tem medo de chamar os bois pelos nomes. Não quero confundir o todo com a parte, conheço ciganos perfeitamente integrados na sociedade, não sei se constituem maioria ou minoria, mas alguns pretendem continuar a viver de acordo com as suas tradições culturais, é perfeitamente legítimo que assim seja, não podem é exigir depois sol na eira e chuva no nabal, de acordo com as conveniências do momento.


16
Mar 09
publicado por António de Almeida, às 23:07link do post | comentar | ver comentários (1)

    -Quem sabe um dia Portugal possa ter uma política séria de educação, permitindo às escolas escolher livremente o seu corpo docente. Talvez um dia a escola possa depender mais dos seus órgãos de gestão, naturalmente ligados às autarquias e comunidade, e menos do Ministério da Educação. Por agora 59 agrupamentos de ensino declararam-se TEIP (Territórios Educativos de Intervenção Prioritária), podendo contratar directamente os professores, um passo tímido, mas um começo, pese embora a contestação de alguns profissionais do sector.


publicado por António de Almeida, às 18:07link do post | comentar | ver comentários (2)

   -Como escrevi no post anterior, a Escola irá levantar um processo disciplinar contra a aluna agressora, podendo o mesmo culminar no máximo em transferência compulsiva, colocando a integridade física de outros professores em risco.


publicado por António de Almeida, às 13:42link do post | comentar | ver comentários (10)

   -A escola não deverá obrigatoriamente ser para todos, mas apenas para quem a quer frequentar, desde que naturalmente sejam respeitados os limites mínimos da vida em sociedade. Os burocratas do eduques, ideologicamente influenciados pelos crentes nos amanhãs que cantam, tudo farão para explicar o inexplicável, a previsível transferência compulsiva da aluna que agrediu a professora na escola EB 2/3 de Esgueira, por não ser possível a expulsá-la, que seria a meu ver a punição adequada.


07
Mar 09
publicado por António de Almeida, às 18:26link do post | comentar | ver comentários (9)

    -Manifestamente o governo venceu a luta que travou com os professores ao longo da legislatura, por mais greves, protestos ou manifestações, a realidade é que o governo não cedeu a qualquer pressão corporativa, ou até mesmo política, oriunda da oposição, e até mesmo do interior do próprio Partido Socialista. Veremos daqui a uns meses o resultado desta teimosia nas legislativas, e caso se venha a confirmar que o actual sistema de avaliação não seja eficiente, e como tal substituído, a questão que coloco é, terá mesmo valido a pena? Talvez aqui tenha ficado uma parte da maioria absoluta.


03
Fev 09
publicado por António de Almeida, às 16:24link do post | comentar | ver comentários (6)

     -Nunca entro nestas guerras de números entre governo e sindicatos, mas torna-se evidente que alguém estará forçosamente a faltar à verdade. Certo é no entanto que por mais relatórios "tipo OCDE" que possam ser encomendados a expensas do contribuinte apresentados, louvando as virtudes da política educativa de José Sócrates e Maria de Lurdes Rodrigues, a contestação prossegue no seio dos professores, com manifesto prejuízo dos alunos, e do país. As estatísticas invocadas pelo governo valem o que valem, quando todos sabemos como foram conseguidos os resultados nos exames do último ano lectivo, à custa do facilitismo. Prestes a chegar ao fim da legislatura ficamos com a sensação que nada foi feito, a avaliação será para continuar mas o modelo será inevitavelmente alterado, mesmo que apenas na próxima legislatura, e o sistema de ensino terá de ser revisto com um maior grau de exigência, sob pena de formarmos mediocres, incapazes e inadaptados. Mais quatro anos perdidos.


23
Jan 09
publicado por António de Almeida, às 12:58link do post | comentar | ver comentários (1)

    -O PS acaba de chumbar no parlamento o projecto do CDS/PP que previa a suspensão e simplificação do actual modelo de avaliação. O governo e Maria de Lurdes Rodrigues obtêm uma vitória à justa, que lhes permite levar por diante a sua política, contra tudo e todos, os custos ou eventuais ganhos políticos de tal decisão serão apurados lá mais para diante, nas legislativas. Certo é que a partir daqui nada mais poderá travar o processo.


20
Jan 09
publicado por António de Almeida, às 11:46link do post | comentar | ver comentários (4)

       -Os professores avaliadores encontram-se ao abrigo de pré-aviso de greve até 20 de Fevereiro, com o objectivo de inviabilizar as aulas de observação dos professores avaliados. Os sindicatos manifestam intenção de prolongar o período de greve caso o governo não recue na de avaliação de desempenho. Subsistem no entanto dúvidas quanto à legalidade desta acção, pelo seu carácter selectivo. Está no entanto em aberto a possibilidade do projecto do CDS/PP ser aprovado na próxima sexta-feira na A.R., o que provocaria a imediata suspensão de todo o processo.


19
Jan 09
publicado por António de Almeida, às 09:37link do post | comentar

     -Assinalando o 2º aniversário da entrada em vigor do Estatuto da Carreira Docente os professores agendaram para hoje nova greve. Será inevitável comparar a adesão com os números da greve anterior, em Dezembro, 94% segundo o sindicato e 66,7% pelas contas do ministério. Mais tarde saberemos se os professores continuam mobilizados, ou pelo contrário existirá uma quebra, algo que agradaria ao governo.


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