António, creio que sucede o 'hábito'. E a 'culpa'. Ao que acresce a impossibilidade de se fazer agora algo de concreto.
Foi-se 'fazendo' desde há décadas: votou-se credulamente, ignorou-se, negligentemente.
Achou-se delirante receber tantos 'fundos' do exterior, que se torraram não com a seriedade que a oportunidade oferecia, mas como crianças gulosas numa loja de doces.
'Comeu-se' tudo com voracidade e desnorte. Sem profissionalismo e rigor.
Sem preocupações, como se fosse um saco sem fundo. com orientações populistas, demagógicas, imediatistas, eleitoralistas.
Fomos, como somos, 'portugueses em Portugal'.
Sem demérito para quem pensou e executou de forma diversa.
Mas tão poucos a assim agir.
Mas tão escasso, o resultado.
Ainda nos falta tanto caminho...
E a educação das gerações presentes e futuras é tão...lamentável.
Nem no horizonte consigo ter esperança.
Fazer, agora, o quê?
Não há dia em que não me orgulhe e me entristeça, ser de e estar aqui.
É "o fado".
Questão profunda.
Ou não.
Que sei eu...
O povo está farto desses especialistas que só sabem anunciar desgraças ainda maiores!
Dizes que temos o maior aravamento fiscal de sempre e esses especialistas achamtodos que não chega, que tinha que ser muito pior. Não existe paicência!
E o pior, é que no meio disto tudo Sócrates surge como o mal menor! Com o amén do Cavaco.