A Educação está a precisar de uma reforma estrutural e não sujeita a ser modificada a cada Governo que chega!

Não há modelo que resista , por muito bom que seja!

Um bom final de semana.
São Banza a 19 de Março de 2010 às 14:55

Também me parece que esta tem de ser a primeira de todas as outras reformas no ensino, que chegou à desgraça evidente mesmo para quem não está ligado à escola.
Cristina Ribeiro a 19 de Março de 2010 às 16:03

Aos poucos vai-se tentando limpar a borrada que a Maria de Lurdes Rodrigues fez!

Agora pergunto, havia a necessidade de se ter feito o que se fez?
manuel gouveia a 19 de Março de 2010 às 16:27

"o ensino público não é para levar a sério, mas apenas para gastar dinheiro do contribuinte sem grande proveito para a sociedade."

O António revela grande desconhecimento pelo que se passa no nosso ensino privado esse sim uma grande vergonha. Aí sim não existe exigência alguma.
Renato Seara a 19 de Março de 2010 às 17:39

Caro Renato

Existe uma condicionante antes da frase que fez copy-paste. De facto desconheço muito do que se passa no ensino, público ou privado, mas ainda hoje foi notícia mais uma agressão, neste caso de familiares a uma funcionária. Isto tem de ter um fim, não é possível continuar com esta cultura de impunidade. No privado imagino que os alunos sejam expulsos, ou no mínimo não lhes renovem as matrículas, no público não existem grandes sanções, no final do ano lectivo ainda transitam com aproveitamento. É isso que defende? Eu não! Quero disciplina, exames e reprovações...

António não falo dessas exigências. Obviamente que no Privado não existem tantos problemas disciplinares, já que os alunos de bairros problemáticos não estudam lá.

Agora, dando um exemplo concreto. Nos externatos da zona do Porto para onde vão todos os alunos que não tendo capacidades para terem média de 18 no público optam pelo privado, o que se passa é um escandalo. Desde professores a resolverem testes no dia dos próprios testes, a alunos no 12º ano a darem matérias do 10º ano nas disciplinas que não são especificas para a entrada na faculdade... etc etc. O ensino privado em portugal, não é exactamente o mesmo ensino privado existente nos EUA que creio ser o modelo que o António pensa que deva ser seguido.

Cumprimentos e continuação de bom fim de semana.
Renato Seara a 20 de Março de 2010 às 15:51

A distinção entre faltas justificadas e injustificadas são importantes principalmente nos cursos profissionais, pois a ultrapassagem do seu limite máximo é penalizador na conclusão dos módulos.
José Manuel Faria a 19 de Março de 2010 às 18:08

Ok, e nos outros? Se o aluno faltar por sistema é obrigado a fazer a tal prova. E se não ligar nada à matéria, o professor tem alternativa? No final do ano transita de ano, à mesma.

enfim... quer dizer, acabar com o ensino publico, quem quiser estudar que pague, quem nã poder pagar, vá cavar terra.
Daniel João Santos a 19 de Março de 2010 às 22:14

Não há muito saíu na imprensa a classificação do nível de EFICIÊNCIA das universidades europeias. Das portuguesas, já não lembro exactamente qual era mas estava lá por baixo junto da Bulgária e outros que não lembro. Salvo erro era a 3ª ou 4ª posição a contar do fim. Pois anda-me a fazer espécie NUNCA ter visto essa notícia comentada na blogoesfera, sempre tão lesta a apontar as (evidentes) poucas competências das classes populares portuguesas.
Fulano a 27 de Março de 2010 às 04:11