Não sei o que maluquinhos que andam aos chutos ao milho têm a ver com a notícia mas por mim gostaria que os rótulos referissem se usaram estes produtos ou não. Tenho direito de escolha consoante a minha opinião e parece-me mais grave não saber o que estou a comer do que andar ás biqueiradas a propriedade alheia.
Alexandre M. a 2 de Março de 2010 às 13:15
Completamente de acordo consigo, também gosto de saber a proveniência do que consumo, e poder escolher. Julgo que estes produtos se destinam para já a consumo animal.
Infelizmente é impossível saber com que foram alimentados os animais, uma vez que existem interesses que impeçam este simples passo da rotulação.
Não sei nada de aspectos técnicos mas começei a desconfiar quando se tornou óbvio que as empresas que os comercializam começaram a rebater moções para que sejam rotulados, apesar de dizerem que são produtos maravilhosos.
Acho que quem queira consumi-los ou quem não queira tem o direito de saber se o está a fazer.
Alexandre M. a 2 de Março de 2010 às 13:29
Quando o Estado autoriza que se plantem estas porcarias, é dever dos cidadäos revoltar-se. Abençoados! Näo quero comer dessas porcarias, nem admito que se autorize!
Näo é para consumo humano imediato, mas é para forragem. Olha que diferença! Quero ver quando as consequências para a saúde forem publicitadas! Os trangénicos seräo como o DDT!
Maquiavel a 2 de Março de 2010 às 13:21
Não me parece que destruir campos seja uma opção legítima. Sobre o essencial da questão não me pronuncio, percebo pouco, no entanto quero ser informado do que consumo, e até da forma como os animais foram alimentados. Costumo ler toda a informação que é disponibilizada e fazer opções.
O Miguel Portas é que não deve ter gostado dessa autorização da Comissão Europeia.
Perdão? Batata transgénica?!
Não tenciono consumir, mas parece que sim...
Eu gostava de ter visto esses senhores atacarem uma grande superfície, usando os mesmos argumentos...
O protesto deve ser na casa/mãe que legaliza ou autoriza esses produtos, e não atacando os produtores.
Existem inclusivamente formas legais para o fazer, uma delas o direito à manifestação, que ninguém contesta.
Pense-se o que se pensar, sendo cada um livre de o comprar ou não, esse acto que o António refere, é uma amostra do que é Portugal, onde a culpa morre solteira
Se este caso fosse o único em Portugal onde a culpa morre solteira, estaríamos bem, Cristina.
a justiça é uma autentico batatal.