RTP :Eu até concordaria com um serviço público de Tv se este tivesse como oferta algo muito diferente do que é oferecido pelo privado.Contudo olhando para a programação da RTP vejo que de manhã a programação é em tudo igual à da concorrência à tarde e noite idem aspas. Portanto não me faz confusão nenhuma que a mesma seja privatizada.

TAP: Porque não privatizar?

CP: Acho que não me recordo de ter ouvido falar em lucros na CP.

Metros: Confesso que pensava que ambos tinham gestão privada.

Confesso que sou contra somente a privatização da água, porque acho que como bem essencial deve permanecer sob a tutela do Estado. No mais nada a opor desde que se assegure condições de concorrência. O que por exemplo nos combustíveis está muito aquém.
Renato Seara a 8 de Dezembro de 2009 às 13:26

Confesso que sou contra somente a privatização da água, porque acho que como bem essencial deve permanecer sob a tutela do Estado.

É um sector sobre o qual ainda não tenho opinião formada. Estou a falar da exploração dos recursos, que não propriamente da distribuição, essa pode muito bem ser assegurada por privados.

A questão da distribuição é um bocado complexa. Seria necessário que existisse muito bom senso por parte da entidade privada que ficasse com a distribuição a seu cargo, já que face ao avultado investimento que é necessário fazer em condutas, obviamente a concorrência seria inexistente. A regulação teria que funcionar de forma exemplar. Para já parece-me no entanto que a regulação em Portugal carece de competência!Cmpts
Renato Seara a 8 de Dezembro de 2009 às 18:46

Mas todas as empresas têm gestão privada e pagam aos seus gestores como tal!

A RTP2 tem uma oferta alternativa e uma escassa audiência. O povo quer os programas da manhã, na televisão do estado com menos choradinho e exploração de misérias alheias.

Mas se o objectivo último da humanidade é o lucro, porque não matamos os deficientes, os desempregados crónicos e os reformados? Ficaríamos seguramente com um país mais competitivo!

Mas se o objectivo último da humanidade é o lucro, porque não matamos os deficientes, os desempregados crónicos e os reformados?

Estás a desconversar.

Talvez, mas o Hitler avançou com o extermínio dos deficientes... na busca da sociedade perfeita. Não é assim tão desconversar...
manuel gouveia a 8 de Dezembro de 2009 às 15:54

Caro Manuel, o serviço público não pode pensar em ter grandes audiências. Eu por exemplo, exceptuando os desenhos animados, vejo a informação na RTP2, as séries na RTP2, os Docs da RTP2 , etc. Porque não privatizar um canal e passar o que existe de bom na RTP1 para a grelha de programação da RTP2?

Já agora acha justo os ordenados pagos no serviço público a meninas como Isabel Figueira (que apresenta um programa de musica quando nunca esteve ligada ao meio), Catarina Furtado (25 mil euros!!!), depois ao Jorge Gabriel (25mil)? Eu não concordo, além do mais o tipo de formato de programa por eles apresentado deve pertencer aos grupos privados.

100% de acordo! Um estudo encomendado pela UER aponta como target 30% da audiência para o grupo público de TV.

Quantos aos ordenados que referes, eles são fruto da "gestão privada" que tem tomado conta da RTP. Podes ter a certeza que eles não foram negociados em sede sindical!

Eu defendo que os funcionários de uma empresa (se esta prestar serviço público, independentemente da sua natureza, privada ou do estado), devem ganhar dentro da tabela salarial. Se vão apresentar um programa porque são grandes vedetas ganham ao cachet, terminado o programa regressam ao ordenado de origem... isso neste momento foi feito com os apresentadores mais novos. Julgo que o Malato foi o último a conseguir um ordenado fixo...
manuel gouveia a 8 de Dezembro de 2009 às 16:03