Tu como metes tudo no mesmo saco e acabas por confundir as coisas. A RTP, sem o serviço da divida, tem fechado os seus exercícios dos últimos anos com as contas equilibradas (mesmo assegurando o investimento).

Claro que para ti se não existir retorno publicitário numa emissão para Alcoutim, pura e simplesmente não têm televisão!

Nessa visão o estado não tem qualquer papel na redistribuição da riqueza e na garantia de igualdade de acesso dos portugueses aos bens essenciais. O que nos devia levar a rejeitar as ajudas da europa: porque metem cá o dinheiro dos Alemães se somos inviáveis enquanto país?
manuel gouveia a 8 de Dezembro de 2009 às 14:22

Claro que para ti se não existir retorno publicitário numa emissão para Alcoutim, pura e simplesmente não têm televisão!

Não mistures as coisas, o sinal pode chegar por várias formas, inclusivamente por cabo. Para além do mais não vejo qualquer justificação para a existência da RTP enquanto estação pública, no fundo presta o mesmo serviço que as privadas...

As privadas não têm a mesma cobertura da RTP, logo existe um serviço que não é assegurado pelas privadas. A programação infantil da RTP 2 é a única com qualidade (canal Panda incluído).

E depois em termos de programação as privadas viram-se condicionadas a seguir a oferta da RTP. Como por exemplo aconteceu com os reality shows ou encenação de tribunais.... A RTP teve um papel activo na promoção da qualidade em TV e sua democratização (as minorias apenas encontram aqui voz), o que faz todo o sentido uma vez que a TV pública e as privadas se devem complementar e não disputar sobre o mesmo mercado!
manuel gouveia a 8 de Dezembro de 2009 às 15:53

Os programas tidos como necessários ao serviço público poderiam em meu entender ser contratualizados mediante concurso aos operadores privados. O serviço seria prestado, diminuindo os custos sem necessidade de manter a RTP no sector empresarial do Estado. A RTP deveria ser privatizada.

Mas o serviço publico já está contratualizado com a RTP. Não é fácil mudar uma vez que a SIC ou a TVI não dispõem de centros de produção no Porto, Funchal ou Ponta Delgada, sem falar nas delegações. Se mudássemos o serviço para a SIC, esta teria que realizar esses investimentos (pagos novamente pelo estado).

Recordo-te que a RTP tem sido gerida pelos melhores gestores privados portugueses!
manuel gouveia a 8 de Dezembro de 2009 às 17:25

Não é fácil mudar uma vez que a SIC ou a TVI não dispõem de centros de produção no Porto, Funchal ou Ponta Delgada, sem falar nas delegações.

-Tantos centros de produção para um país tão pequeno? Não haverá aí algum desperdício de meios?

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