Existirão sempre excepções, mas eu julgo que devo ter o direito decidir se numa situação destas pretendo ou não continuar a viver.
manuel gouveia a 24 de Novembro de 2009 às 13:49

Não defendo o contrário, estou apenas a levantar um alerta, neste campo há muito por descobrir. Põe-te no lugar daquele homem, imagina que tinha ouvido alguém decidir por ele colocar um ponto final à sua vida.

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