-Sinceramente julguei que o braço de ferro de Carlos Queiroz com o Real Madrid a propósito da convocatória de Cristiano Ronaldo servisse um qualquer objectivo, daqueles jogos psicológicos em que o futebol é fértil, fazendo o adversário acreditar que Portugal iria jogar de uma forma, para entrar em campo com uma equipa diferente da esperada pelo seleccionador adversário. Enganei-me, afinal tudo não passou de mais uma patetice do medíocre treinador da selecção nacional, procurando colocar-se em bicos de pés.