Mas houve alguma vez 'mito da invencibilidade'?!
Maria João Marques a 16 de Junho de 2009 às 01:07

De certa forma temos que aceitar que existiu, embora tivesse sido um manifesto exagero fabricado por comentadores políticos, como se comprovou nas Europeias, e espero sinceramente que se confirme nas legislativas.

Parece-me que o nosso PM viveu algum tempo no espírito da Invencível Armada, qual Duque de Medina-Sidonia comandando os destinos do País! Só não sei se a arrogância deste último igualaria, ou sequer se aproximaria, da do digníssimo PM. Concordo que a mudança está longe de concretizada, mas os resultados das Europeias dão-me esperança. Chegou o momento (e já serôdio) de se revelar o nosso Drake.
Francis Drake a 16 de Junho de 2009 às 02:26

Pela cara, aposto na MFL...

Arrogante? Hoje ouvi o Sócrates falar em esquerda democrática, capacidade para reconhecer os erros e humildade! Verti uma lágrima!
Talvez seja esta aesquerda que eu procuro... ná... demasiado à direita e comprometida com o pequeno capital e grande fraude.
manuel gouveia a 16 de Junho de 2009 às 10:19

O jornal Público (http://www.publico.clix.pt/) noticia hoje que Sócrates confunde maioria absoluta com maioria parlamentar (http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1386861&idCanal=12)

Eu parece-me é que quando o PM entrou para a reunião da comissão política, ia cabisbaixo e derrotado, depois da estrondosa derrota nas eleições europeias. Sócrates "perdeu o pio" e a arrogância transformou-se de repente em humildade.

Mas bastaram umas horas dentro de uma sala com os seus pares (leia-se boys) a bajularam-no para voltar a ser o "velho" Sócrates que os portugueses conhecem: arrogante, seco, cínico e falso. A dar o dito por não dito mais uma vez.

Mais 3 pontos para José Sócrates na Superliga "incompetente-mor" (http://mudaportugal.blogspot.com/search/label/Superliga%20%22incompetente-mor%22)
Luis Melo a 16 de Junho de 2009 às 10:48

espero que não o consiga
Teresa Durães a 16 de Junho de 2009 às 11:22

Estou com o Luís Melo, ficou galvanizado pelo apoio na sala, onde estavam apenas os seus correligionários.