A sua análise é muito ponderada e levanta questões que me parecem muito pertinentes.
Faço apenas uma ressalva. Que raio de justiça é esta, onde os juízes decidem levianamente o futuro de uam criança? O juiz veio reconhecer que errou na sua apreciação.
Este é apenas um caso. Outros haverá ( alguns já foram notícia) em que a condenação leviana levou inocentes para a cadeia e, descoberto o erro judiciário, a vítima recebeu ( ou irá receber daqui a uns anos) uma indemnização ridícula.
Não quero viver num país onde os juízes sejam impunes. Quando erram devem ser severamente punidos e responder. solidariamente, na indemnização a pagar às suas vítimas.
carlosbarbosaoliveira a 29 de Maio de 2009 às 12:28

Não quero viver num país onde os juízes sejam impunes. Quando erram devem ser severamente punidos e responder. solidariamente, na indemnização a pagar às suas vítimas.

-Nomeadamente quando existam grosseiros erros de apreciação de prova, posso conceber o erro, afinal os juízes são humanos, quando todas as circunstâncias apontarem num determinado sentido, mas não por insuficente apreciação de prova quando a mesma até está disponível.

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