A tese presidencial (e não só): esse país precisa da Europa, como a Europa pode ganhar com ele. Muito bem. Por aí seguindo, o mesmo se aplica a todas as nações. Sobretudo as indicadas a título (galhofeiro) de exemplo. O Iraque está faminto de desenvolvimento, o Líbano é potencialmente interessante para a exportação e Israel tem europeus emigrados a rebentar a escala. E venham mais cinco!...
Et volilá! UNITED COLORS OF BENETTON! Não é tão lindo? Um dia haveremos de ser uma Federação Universal e lidar com outros seres, de outras galáxias. Estas coisas terão há muito perdido qualquer sentido... E falar-se-á um upgrade de inglês com SMS...
Bem Israel já está na UER (união europeia de radiodifusão). Dantes era bem mais simples: os limites europeus eram os da sua civilização, agora que nos transformámos também me barbárie, perdemos esses limites!