Acredita que a nossa saída da crise não depende do governo, este apenas pode atenuar o seu impacto social... a saída apenas depende das economias europeias, com o devido atraso para nós.
Esperemos que sim, e se assim for, que, mais uma vez, os nossos políticos se não deitem à sombra da bananeira, convencendo tudo e todos de que podemos de novo " cair na gandaia "...
Mas é esperar muito dessa gente, estou convencida.
O problema é que a saída da crise não dependerá do governo, mas expansão alguma conseguirá contrariar o perverso e brutal aumento da dívida pública que se avizinha. Por outras palavras, o governo irá afundar o país, condenando-o por décadas.
Tenhamos esperança (e emprego)!

António Almeida
Os USA estão com sinais de recuperação ainda que muito ténues. As viragens fazem-se com caras novas e modelos de desenvolvimento que não sejam decalcados doutros do passado que não resultaram. O mundo presente exige respostas rápidas às transformações que se dão a um ritmo crescente.
Com caras obsoletas a procederem a operações de cosmética temos crise até ao resto das nossas vidas.
Abraço
Não existem propriamente modelos de desenvolvimento, nem acredito nas capacidades de qualquer Estado, incluindo os EUA, para sózinhos serem a locomotiva da retoma. Será mais uma vez a livre iniciativa dos empresários que levará a um novo ciclo. A grande diferença desta crise para outras anteriores terá sido o facto de ser global, mas a expansão também o será, preocupa-me que Portugal possa ficar para trás...
Bom, os senhores Paul Krugman e Joseph Stiglitz não têm exactamente a mesma opinião do senhor Trichet. Será que dá para acreditar? Será que a crise é assim tão simples de resolver? As pessoas vão ficar capitalizadas de repente, o consumo irá subir e o desemprego irá baixar por milagre? O dinheiro deixará de fugir para os paraísos fiscais? Por vezes, penso que a competência dos economistas é no domínio da astrologia...
Jorge Lopes a 11 de Maio de 2009 às 22:30
A economia está longe de ser uma ciência exacta. Posso dar-lhe uma dúzia de economistas a pensarem de forma diferente.
E falam todos no tom de quem só vê evidências absolutas.
Também têm todos o ar de quem se veste no Rosa & Teixeira.
Fulano a 13 de Maio de 2009 às 05:39
Ao menos que se vistam no Rosa & Teixeira, sempre contribuem para o PIB, e pagam impostos em Portugal, já José Sócrates quando compra na loja de Rodeo Drive em Beverly Hills...