Subida de salários (os mais baixos), crédito e incentivos fiscas.
Por exemplo às obras de conservação dos edifícios, com crédito a juros baixo e incentivos fiscais. No meu prédio vamos aproveitar a maior "disponibilidade" do mercado para pintarmos o nosso prédio. Se existisse um conjunto deincentivos, este é um consumo de grande incorporação nacional.
Baixar os salários e mordomias dos gestores para aumentar a competetividade das empresas.
crédito não está a funcionar, incentivos fiscais não sou contra, mas prefiro beneficiar todos do que apenas alguns, daí defender a descida deimpostos. Quanto aos salários e mordomias dos gestores, cada caso é um caso, certamente que uma empresa que não esteja em dificuldades não o fará, noutras poderá fazer sentido.
Se o objectivo é relançar a economia, através da descriminação positiva de benefícios fiscais é possível estimular as áreas que se reprecutam no consumo interno. O abaixamento generalizado dos impostos estimula o consumo de produtos importados.
Quanto ao abaixamento dos ordenados e mordomias dos gestores isso também estimula a economia pelo aumento de competitividade das empresas.
Nem todas as empresas necessitam aumentar competitividade, algumas estão em patamares elevados, existem muitos gastos que podem ser reduzidos sem necessariamente tocar em regalias ou vencimentos. O abaixamento generalizado de impostos, em particular a TSU e o fim do PEC, estimula a manutenção dos postos de trabalho em primeiro lugar, salvando empresas que de outra forma encerram, e nesta altura faz toda a diferença.
Vejo que quando se toca nos gestores já não se tem ganhos de competitividade ... no abaixamento dos salários.
Ganhos de competitividade não, siginificará sempre pouco, eventualmente terás uma redução de custos.
Seria capaz de jurar que já te vi defender uma redução de ordenados para aumentar a competitividade ...
Manuel, já me viste falar em redução da massa salarial, e não propriamente defender.