Obviamente que estamos de acordo quanto ao referendo.
Já sobre as alterações legislativas apenas porque uma nova maioria sucede a outra, não acha que de alterações legislativas constantes estamos todos nós cheios?
O que o País precisa é que a legislação seja posta em prática e executada conforme deve ser.
Na questão da IVG (onde votei SIM), qual a justifcação para novo referendo?
Não será apenas a necessidade de (re)ganhar o que se perdeu?
Quando introduzi esta questão foi precisamente para assinalar que na sociedade portuguesa existem sectores (em ambos os lados do arco constitucional) que convivem um bocado mal com a derrota.
Quanto à Igreja Católica tomar posição, também não a quero impedir mas convinha que, primeiro, se recordasse que o poder temporal e o espiritual há muito se separaram; que vamos ter três actos eleitorais e que cada um é um momento próprio pelo que misturar alhos com bugalhos não conduz a nada; depois a fiabilidade das pessoas e das organizações não se mede por uma proposta nem por uma prática, pois se assim fosse estava a Igreja Católica muito mal com os casos de pedofilia em que elementos seus se envolveram!