Duas, não, três notas:

1 - Curioso que o amigo já dá como garantida uma maioria de esquerda no próximo Parlamento; isso é que é (des)crença ...
2 - Espero que o tema seja debatido e aprovado ou não em referendo;
3 - A existir referendo que o resultado seja respeitado e não como alguns sectores pretendem na questão da aborto, ou seja, nova maioria, nova realidade.

Finalizo dizendo que a Igreja Católica tem toda a legitmidade para defender os seus princípios, mas que quem tem telhados de vidro não devia atirar pedras de tão grandes dimensões!
É que sujeita-se a que os sectores mais histriónicos dos ditos progressistas enveredem igualmente pela via rasteira.
Ferreira Pinto a 11 de Fevereiro de 2009 às 10:45

Caro Ferreira-Pinto

1-É evidente que teremos maioria de esquerda na próxima legislatura, mesmo que o PSD vença (pouco provável), a questão é saber se teremos dois terços de esquerda.
2-O assunto pode ser dabatido, mas deveria ser resolvido através de referendo, evitando que uma maioria diferente revogasse a Lei no futuro.
3-Pela mesma razão, julgo que não existirá problema em referendar novamente a IVG, após algum tempo da Lei em vigor, já alterar apenas na A.R. sou contra, apesar de ter votado NÃO.

Julgo que a IC tem a mesma legitimidade que qualquer outro grupo para expressar os seus pontos de vista, pessoalmente entendo que não deveria apelar ao voto em A ou B, mas não sendo católico praticante, a questão passa-me ao lado.

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