O Estado devia ter prevenido essa possibilidade, especialmente quando se assumiu como avalista. Quem dá avales daqueles, deve poder mandar!

Quanto à descida do IVA, concordo com ela em abstracto embora também queira recordar que aquando da última, os efeitos práticos foram quase nulos.
Ferreira-Pinto a 15 de Dezembro de 2008 às 16:25

Os efeitos práticos nunca são nulos caro Ferreira-Pinto, se uma empresa decidir manter os preços apesar da descida do IVA, aumenta a margem de comercialização e com ela obtém líquidez imediata. Já os emprástimos em linhas de crédito bonificado, por não serem emitidos pelo Tesouro, necessitam de aval dos proprietários das empresas, e provavelmente serão concedidos com um spread maior do que há um ano por exemplo. A descida do IVA que poderia ficar por 1 ou 2%, seria uma questão do governo realizar cálculos, abdicando do mesmo valor que está disponível para gastar em linhas de crédito, teria a vantagem de poder eventualmente reduzir os preços de alguns bens (nunca seriam todos), estimulando também a economia.