Desculpe mas a redução de impostos para as empresas não tem nenhum impacto na actual conjuntura, essa seria uma boa medida num cenário de crescimento moderado da economia para estimular ainda mais a competitividade das empresas, não no cenário actual em que a procura está em contracção.
Explique-me que efeito é que a redução de impostos que propõe em empresas como a Autoeuropa, GALP, bancos, Sonae, construtoras, PME, etc, quando a maioria das empresas começa a apresentar reduções significativas dos resultados por quebra das vendas.
NADA.
Abraço
NMCAF a 13 de Dezembro de 2008 às 15:08
Explique-me que efeito é que a redução de impostos que propõe em empresas como a Autoeuropa, GALP, bancos, Sonae, construtoras, PME, etc, quando a maioria das empresas começa a apresentar reduções significativas dos resultados por quebra das vendas.
-Todas as que cita não são obviamente PME's, embora refira estas no fim. Se reduzir por exemplo o IVA, o aumento de líquidez é imediato, estimulando o consumo. Se a linha de crédito sai directamente do OE, aumentando o défice, bastaria reduzir o IVA, não sei se 1 ou 2%, mas o dinheiro iria parar às empresas, mesmo que os preços não descessem, mas com a linha de crédito o dinheiro vai parar aos bancos, que continuam a apertar as regras de concessão de crédito, e ajustam nas comissões, assimilando sózinhos boa parte da ajuda financeira, que não lhes é destinada. Quanto ao aumento da despesa pública, apenas terá impacto na liquidez imediata, as medidas correntes, grandes projectos a longo prazo trarão crescimento também a longo prazo, não resolvendo qualquer problema. Falou na Autoeuropa, julgo que a Indústria automóvel está condenada, tal como a conhecemos, mas tem uma capacidade fantástica de se reinventar, os carros serão forçosamente diferentes a médio/longo prazo.
Dias atrás telefonema do meu gestor de conta:
- Snr fulano, como está?
- Óptimo e o Snr? Há novidades?
- Desculpe lá, mas é só para o informar, que no próximo mês lhe vamos aumentar o spreed da sua conta corrente.
-E que é que posso fazer?
- Nada
É evidente que o António de Almeida tem razão. Os Bancos é que se vão governar.
a.leitão a 14 de Dezembro de 2008 às 21:36
e muito bem visto, li a noticia.
os bancos através de juros acabam por ficar com tudo, servindo assim para aumentar lucros.
Sempre que aqui entro leio a mesma pobreza franciscana...é tudo copy-paste, links para o Publico e úma das meia dúzia de larachas que hesistem sobre menos impostos e menos estado. Gabo-lhe a capacidade de repetir tudo sem se cansar. É um génio.
Eu mesmo a 13 de Dezembro de 2008 às 22:53
Copy-paste ? Não utilizo, e gostaria que me apontasse neste post onde é que fui busca algo. Menos impostos? Obviamente que sim! Se bato várias vezes na mesma tecla, é porque o governo repete sempre a mesma demagogia. Percebo que não agrade aos discípulos de Sócrates, mas também não é minha intenção.
Caro Eu Mesmo, não conheço o António Almeida de lado nenhum, pelo que não pretendo defendê-lo. No entanto, sugeria-lhe a si que recorresse mesmo ao copy-paste . Sempre evitava os pregos ortográficos. E já agora, gostava de saber mais detalhadamente a sua opinião sobre as medidas de combate à crise...
Phil Rodriguez a 14 de Dezembro de 2008 às 11:38
Caro Eu Mesmo,
Porque não aposta numa discussão séria?
a.leitão a 14 de Dezembro de 2008 às 21:41
dESTA feita estou com o António.
abr...prof...
NuNo_R a 14 de Dezembro de 2008 às 00:05