-Depois da JS, agora é a JSD a vir propor a legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo. Não me considero retrógrado, nem entendo que o sexo sirva apenas para procriar, já defendi a criação jurídica duma união civil contratualizada, que salvaguarde os direitos e deveres, de quem tendo uma opção ou orientação sexual diferente da maioria, chamem-lhe o que quiserem, pouco me importa, nomeadamente em matéria de heranças, assistência familiar e outras circunstâncias que hoje penalizam de facto pessoas em concreto. Mas não lhe chamem casamento, para mim a nomenclatura ainda importa. O primeiro ministro José Sócrates, afirmava no início da legislatura, que deveríamos importar as boas práticas europeias, pois bem, adoptem para Portugal uma legislação semelhante à inglesa, e deixem-se de ir atrás da vizinha Espanha, porque se pretenderem copiar hábitos do lado de lá da raia, então tragam-me também os touros de morte.