António,

O seu comentário foi um dos mais belos que já li.

[obrigada]

E tu, continues aqui... dando sua opinião sobre Portugal esse grande país, de recursos e potencialidades, que com um pouco mais de esforço político é possível silenciar esses poucos que pretendem provocar o caos e a insegurança.


(a)braços,flores.girassóis
Lampejos a 1 de Setembro de 2008 às 15:38

acima de tudo há que ver que foram oferecidas as mesmas condições aos trabalhadores da Soflusa e da Transtejo mas só os da Soflusa não as aceitaram - sendo que os sindicatos são os mesmos nas duas empresas. Importa também ver que hoje, em Portugal, primeiro faz-se a greve e só depois se negocia. Vejam e aprendam com exemplos como o que foi dado pelos trabalhadores da Auto Europa que preferiram ver os salários diminuidos a perderem os postos de trabalho. Será que algum dos funcionários que está em greve na Soflusa esteve sem emprego ou teve alguem na familia desempregado durante um ou dois anos para perceber que o emprego é, cada vez mais, um bem a manter, mesmo que não se receba tanto como desejavamos?
Será que algum deles já ouviu, como eu ouvi, utentes da Soflusa a serem descompostos pelos patrões e pelos chefes, por chegarem atrasados ao trabalho por culpa das greves? e pessoas que responderam a anúncios de emprego e que não ficaram nas empresas porque viviam na margem sul e com as greves era um risco para os patrões.
Concordo com o direito à greve. Mas não concordo que se use e abuse e se prejudique os outros. Desculpe este comentário longo.
Pedra Filosofal a 2 de Setembro de 2008 às 10:33

Vejam e aprendam com exemplos como o que foi dado pelos trabalhadores da Auto Europa que preferiram ver os salários diminuidos a perderem os postos de trabalho

-Não tem de pedir desculpa. Os trabalhadores da Auto-Europa sabem que a empresa fechará se der prejuízo. Os trabalhadores da Soflusa sabem que o estado colocará mais dinheiro se a empresa der prejuízo, e ninguém será despedido. Simples!