La démocratie donne toute sa valeur possible à chaque homme, le socialisme fait de chaque homme un agent, un instrument, un chiffre. - Alexis de Tocqueville
08
Abr 08
publicado por António de Almeida, às 09:34link do post | comentar
PUBLICO - Choque de titãs deixa deputados hesitantes face ao Acordo Ortográfico


-E já agora deixem também a lingua brasileira em paz, e naturalmente a sua ortografia, pede um blogger brasileiro ao qual cheguei via Apdeites V2, porque do outro lado do Atlântico também existem pessoas que não pretendem ser incomodadas por políticos, e alguns interesses menos claros, quanto á sua forma de escrever. Os caminhos separaram-se de forma natural, há cerca de um século atrás, são assim as linguas vivas, também um dia, Portugueses, Espanhois, Franceses e Italianos falaram e escreveram latim, influências locais, invasões, mistura de povos, o natural decurso da história, deu a cada povo a sua evolução natural, como está a acontecer entre português e brasileiro, e não português do Brasil, como alguns complexos neo-colonizadores ou colunizados afirmam. Para cúmulo pretendem incluir os africanos neste acordo, José Eduardo Agualusa, escritor que muito aprecio, do qual possuo a obra completa, é mesmo um dos maiores defensores deste acordo, mas seria bom perguntar no mercado Roque Santeiro o que pensa o povo angolano da escrita que lhe pretendem impôr, e não a alguem que se divide entre Rio de Janeiro e Lisboa, que não é de forma alguma representativo da identidade nacional angolana, que também existe. Não por acaso, Moçambique tem mostrado reservas em assinar o acordo, Cabo Verde e São Tomé não têm esses problemas por razões meramente económicas e turisticas, por isso o ractificaram. O acordo não passa duma ditadura ortográfica que nos querem impôr, mas vale a pena lutar pela nossa independência, pela nossa identidade histórica e cultural, da qual a nossa ortografia faz parte, tal como o fizeram os nossos avós no passado.

Hoje tive o prazer de ler este post no Público ;)


abr...prof...
NuNo_R a 9 de Abril de 2008 às 21:37

Alguém me explica, por caridade, desde quando as línguas evoluem por decreto?!
Saudações,
São a 8 de Abril de 2008 às 23:48

A minha posição é radical.
Quem quiser falar português, então que fale como nós, Portugueses.
Porque eu quando tenho de falar com um inglês, francês ou italiano, tenho de falar na sua lingua materna e não noutra lingua qualquer, se o mesmo não falar em português; o que é sentato e correcto.

Afinal quem é que fala português, os portugueses ou os de "fora"?!

abr...prof...
NuNo_R a 8 de Abril de 2008 às 22:05

António, tens agora aqui direito a um corrector ortográfico, muito bem e este nem precisas de instalar no computador, parabéns.

Sinceramente estou indeciso quanto ao acordo, por enquanto fico à espera de novas.
Tiago R. Cardoso a 8 de Abril de 2008 às 15:18

-Caro anónimo, não posso deixar de lhe dar razão, teclar com rapidez não desculpabiliza erros.
António de Almeida a 8 de Abril de 2008 às 13:43

Sou pela evolução natural das línguas. Este acordo não me convence de todo!
Carol a 8 de Abril de 2008 às 13:30

Tem de concordar: iniciar a leitura do seu texto e, tendo em conta o tema de que se ocupa, encontrar tantos erros ("á" em vez de "à", "lingua" em vez de "língua", "ractificaram", etc.) é, no mínimo, desencorajador!
Anónimo a 8 de Abril de 2008 às 11:57

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