-No final do vídeo aparece um link para os movimentos 2 e 3.
-Não tenho por hábito prestar grande atenção à maioria dos comerciais que passam na televisão, normalmente até aproveito para fazer qualquer outra coisa ou mudar de canal. Nas revistas ou jornais também não me detenho nas páginas publicitárias, folheando rapidamente a publicação até à página seguinte. Não devo ser o único, razão que leva os criativos a procurar campanhas às quais seja difícil alguém permanecer indiferente. A recente polémica no nosso país em torno do comercial de uma conhecida marca de cerveja, leva-me a recuperar um post que escrevi há cerca de dois anos. A questão é, deve a publicidade ter limites? Imaginem que o vídeo seguinte era passado numa televisão em Portugal...
-Ninguém de bom senso contesta a necessidade de colocar em ordem as contas públicas. O PEC visa reduzir o défice, objectivo que merece todo o meu apoio. Mas, parafraseando alguém, nestas coisas há sempre um mas, existem dois caminhos possíveis, o Estado reduzir despesas ou aumentar receitas. Infelizmente para os portugueses o governo opta, mal em meu entender, pela segunda hipótese. Espero que a liderança zombie que ainda dirige o PSD não se lembre em final de mandato de comprometer o país até 2013. Escolhas erradas não merecem consenso, os contribuintes, individuais e empresas, já estão demasiado asfixiados para suportarem mais um brutal agravamento de impostos. Emagreçam o Estado, nem que para isso terminem com uma série de assessorias, pareceres, contratualizações, subsídios e outras práticas do género que se traduzem em money for the boys. Os candidatos à liderança do PSD podem aproveitar o PEC para falar não só aos militantes do partido, mas também ao país, que anseia por encontrar uma alternativa credível a José Sócrates, que vá para além dos chavões de verdade ou asfixia, ruptura ou mudança, das promessas de conquistar maiorias, mas que fundamentalmente afirme claramente o que fará de diferente se for chamado a formar governo.