-Já começa a faltar paciência para figurões gastos, cujo prazo de validade há muito que expirou. Max Mosley é um expoente disso mesmo, um zombie que teima em ficar. O melhor mesmo é a FOTA cumprir a ameaça, como defendi aqui.
-Já começa a faltar paciência para figurões gastos, cujo prazo de validade há muito que expirou. Max Mosley é um expoente disso mesmo, um zombie que teima em ficar. O melhor mesmo é a FOTA cumprir a ameaça, como defendi aqui.
-Em rigor esta decisão hoje anunciada por José Sócrates, configura uma trapalhada. A PT é uma empresa cotada em bolsa, Lisboa e Nova Iorque, como ontem relembrou Zeinal Bava, os accionistas não irão gostar de saber que um negócio do interesse da companhia, foi travado pelo governo, alegando razões políticas. O resultado mais previsível será a descida da cotação das acções, que apesar de tudo por agora seguem em alta. Seria preferível que o negócio nunca tivesse estado em cima da mesa, mas o governo precisava agora de salvar a face, a PT suportará os custos da decisão, que mais tarde acabarão pagos pelo consumidor. Salta à vista uma boa razão para não existir essa aberração que dá pelo nome de "golden share".
Actualização - Agora aparece a Cofina interessada na Media Capital?
-Parece ter chegado ao fim a lamentável novela mexicana, protagonizada por PS e PSD, em torno da nomeação do Provedor de Justiça. Todo o processo foi mal conduzido desde início, com os partidos a colocarem o interesse partidário à frente dos cidadãos, mas à beira do final da legislatura resolveram salvar a face e resolver a questão. O conselheiro Alfredo José de Sousa, é a personalidade escolhida para o cargo, que terá ainda de ser aprovado por maioria de dois terços no parlamento. Nada a opor, como igualmente nada teria contra os nomes anteriormente propostos, que nem sequer deveriam ter sido discutidos na praça publica.
-Para quê pagar 150 milhões, por algo que vale apenas 84, se o prémio escondido, que seria a cabeça de José Eduardo Moniz já não poderá ser reclamado em tempo útil? Como afirmei ontem, a questão colocada por Diogo Feio na A.R. ao primeiro-ministro, fez saltar a máscara de humildade, deixando exposto o animal feroz, a declaração de Manuela Ferreira Leite colocou um ponto final no negócio, que tinha apenas um objectivo, como agora salta à vista.