-A JP Sá Couto irá alargar a sua rede de distribuição do computador Magalhães, enviando ao arquipélago da Madeira o seu director comercial na próxima sexta-feira.
-A JP Sá Couto irá alargar a sua rede de distribuição do computador Magalhães, enviando ao arquipélago da Madeira o seu director comercial na próxima sexta-feira.
-Esperemos que sim, Jean-Claude Trichet tenha razão e a economia mundial esteja neste momento num ponto de viragem. O drama para Portugal será não termos feito as reformas necessárias na administração, justiça e legislação laboral, pelo que iremos continuar em crise muito para lá dos nossos parceiros europeus e EUA, temo que graças à teimosia do governo no investimento público em projectos faraónicos, crise será uma palavra para nos acompanhar durante décadas.
-A Energie, empresa escolhida por José Sócrates e Manuel Pinho para comercializar os painéis de energia solar que não passavam de bombas de calor, perdeu a certificação de produtora de equipamentos solares térmicos. Mais um acto de propaganda falhado.
-Está na moda criticar os bairros sociais como causadores de exclusão, mas convém ter os pés assentes na terra, e tentar perceber um pouco melhor a realidade. A sua construção foi uma decisão política, utilizando dinheiro do contribuinte, um enorme esforço financeiro da sociedade para erradicar os bairros de barracas que cercavam os centros urbanos. Para obter uma casa muitas pessoas não tiveram de se esforçar, para a manter pagam rendas tão simbólicas como 5 Euros, como todos pudemos observar durante os incidentes da Quinta da Fonte no Verão passado. Além da habitação, alguns ainda recebem RSI para assegurar uma sobrevivência com o mínimo de condições. Na escola os jovens não fazem exames nem conhecem uma avaliação de rigor, para evitar serem excluídos, em nome da chamada escola inclusiva que permite ao governo brilhar nas estatísticas. Ora se não é necessário trabalhar para ter casa, ordenado ou boas notas, que impede alguns de pensar o mesmo quanto à melhor forma de obter carro, roupa de marca e vários outros gadgets da moda? Ninguém pode ficar surpreendido que uma cultura de falta de exigência se traduza no aumento da criminalidade. Uma das críticas que se fazem ouvir com maior frequência é a falta de equipamentos, mas vários instalados logo foram destruídos ou vandalizados, como parques infantis por exemplo, e ninguém de bom senso, a começar logo pelos próprios moradores investe abrir um qualquer estabelecimento, que seria uma fonte de problemas. No momento em que assistimos a problemas na Bela Vista, o ministro da Administração Interna afirmou que o Estado não irá tolerar estes comportamentos, será talvez boa altura para perguntar pelos resultados da Quinta da Fonte, quantas pessoas foram acusadas e presentes a Tribunal? Se nenhuma, então Portugal não será um Estado de Direito, mas República das bananas.