La démocratie donne toute sa valeur possible à chaque homme, le socialisme fait de chaque homme un agent, un instrument, un chiffre. - Alexis de Tocqueville
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Jan 09
publicado por António de Almeida, às 21:08link do post | comentar | ver comentários (7)

     -A primeira vez que ouvi falar de Cristiano Ronaldo foi numa noite de sábado, no Pavilhão Atlântico onde assistia a um concerto, jogava o Sporting C.P. no Estádio do Bessa, tendo os leões vencido (1-2) e o jovem jogador apontado um dos golos. A partir dessa noite segui com interesse a sua evolução, fiquei deslumbrado com a sua portentosa exibição diante do Manchester United na inauguração do novo Estádio de Alvalade, que motivou a contratação relâmpago por sir Alex Fergusson, e a sua espantosa estreia com a camisola dos Red Devils no sábado seguinte, entrando na segunda parte quando o resultado estava em branco, tendo virado completamente o cariz do jogo, realizado assistências e apontado um golo. Nesses tempos Cristiano Ronaldo era um rapaz humilde, trabalhador, que lutava por vencer, arrogância só cara a cara com o adversário que driblava por vezes de forma quase insolente, fruto do seu inegável génio. Após conquistar a velha Albion, conquistou um lugar na equipa das quinas já durante o Euro 2004, tendo sido um dos principais artífices da ida à final. Daí para cá não parou de evoluir, táctica e tecnicamente, tendo conquistado hoje de forma absolutamente merecida o título de melhor jogador FIFA 2008, ano em que ganhou quase tudo o que havia para ganhar, apenas falhando o Euro 2008, muito por culpa da rocambolesca novela da transferência para Madrid. Ultimamente não tenho apreciado a postura do jogador, pela obsessão em troféus individuais quando o futebol é na sua génese um jogo colectivo, pela excessiva vaidade, não fico de forma alguma indiferente aos dribles, remates e golos do Cristiano Ronaldo, já o CR7 lamento, mas não me diz absolutamente nada!

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publicado por António de Almeida, às 09:39link do post | comentar | ver comentários (8)

     -Não serei eu a colocar em causa os méritos ou competência de quem quer que seja, nem tenho conhecimento para tal, mas que certos factos não abonam em favor da classe política, é inquestionável, depois não se admirem que os cidadãos estejam cada vez mais afastados alheados da democracia e pensem que são todos iguais. Quem não quer passar por lobo não lhe deve vestir a pele...

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