La démocratie donne toute sa valeur possible à chaque homme, le socialisme fait de chaque homme un agent, un instrument, un chiffre. - Alexis de Tocqueville
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Out 08
publicado por António de Almeida, às 20:32link do post | comentar | ver comentários (1)

       -Não acredito em coincidências, muito menos em política, um serviço do Ministério da Agricultura, neste caso o IFAP, que deveria liquidar entre Outubro e Dezembro o pagamento de subsídios agrícolas respeitantes a medidas agro-ambientais, decidiu começar os pagamentos justamente pelos agricultores açorianos a 3 dias das eleições regionais, Madeira e Continente ficam para depois. Se a ordem partiu do Ministro é grave, trata-se dum favor político a Carlos César, caso tenha sido um boy a tomar a decisão, terá sido mais um triste exemplo do nacional lambe-botismo.


publicado por António de Almeida, às 16:56link do post | comentar | ver comentários (2)

      -Durante uma crise económica faz todo o sentido repensar os projectos de investimento, públicos ou privados, que foram pensados numa diferente conjectura. Estes políticos da oposição estão sempre a dizer mal, porque não conseguem encontrar alternativas à visão governamental de desenvolvimento e esperança no futuro, são cinzentos, ops, ocorreu-me agora que o engº João Cravinho é do PS. Também eu na minha irracionalidade julgo que uma eventual diminuição do tráfego aéreo poderá colocar em causa a viabilidade do NAL, o TGV, o tal projecto de parceria público-privada é bem capaz de não encontrar investidores dispostos a arriscar sem o aval do estado, e mesmo as auto-estradas poderão ver a sua calendarização repensada. Mas isso sou eu a pensar, que não percebo nada do assunto, e tenho o péssimo hábito de não ser totalmente crente nas promessas dos políticos.


publicado por António de Almeida, às 14:13link do post | comentar | ver comentários (3)

        -Todos anos repete-se a história, o governo qualquer que ele seja, exalta as virtudes do orçamento de estado, nunca reduzindo a despesa pública, ou promovendo as reformas de que o país carece, não seria o actual governo que nos iria brindar com uma excepção, muito menos em ano de eleições. A oposição, independentemente dos partidos que no momento lá se encontram, anuncia que irá analisar o documento com o sentido de estado que o mesmo merece, para uns dias depois anunciar que está contra, seja por considerar excessiva a despesa que também não reduziu enquanto governou, ou considerar pouco ambicioso o crescimento apesar de também não ter conseguido melhores resultados na matéria. Os partidos que sabem não constituir uma alternativa credível de governo, esses propõem sempre um conjunto de medidas que se fossem colocadas em prática iriam fazer de Portugal um autêntico eden. Estão todos bem uns para os outros, para o ano há mais.


publicado por António de Almeida, às 09:50link do post | comentar | ver comentários (3)

       -As constantes flutuações das bolsas verificadas nos últimos dias podem indicar que os mercados se encontram ainda demasiado voláteis, inseguros, mas também possibilitam apostar forte na especulação, comprando em baixa, realizando mais valias pouco depois. Em tempos de incerteza alguém poderá estar a brincar com o poder político, enquanto estes, Portugal incluído, vão injectando capital no mercado concedendo garantias, sem terem ainda muito bem percebido o que se passa, muito menos resolvido problema algum.

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