La démocratie donne toute sa valeur possible à chaque homme, le socialisme fait de chaque homme un agent, un instrument, un chiffre. - Alexis de Tocqueville
27
Mai 08
publicado por António de Almeida, às 10:24link do post | comentar

 

    Concordo que um livro pode ser um objecto de cultura, mas nem todos, obviamente não tenciono comprar esta imbecilidade!


publicado por António de Almeida, às 09:39link do post | comentar | ver comentários (1)

Mário Soares avisa o PS contra a pobreza e as desigualdades       

       -Mário Soares do alto do seu estatuto de fundador do PS e ex-Presidente da República alerta o governo para o descontentamento da classe média, pobreza e desigualdades sociais. Até aqui estamos de acordo, o governo deve analisar e retirar consequências da presente situação desfavoravel que o país atravessa, mas Mário Soares erra quando aponta as culpas a causas externas, o velho discurso do neoliberalismo, o Iraque, o Afeganistão, afirmando que a solução passa por fortalecer ainda mais o estado, que já é omnipotente e omnipresente nas nossas vidas, mas não nos consegue assegurar uma justa e qualitativa contrapartida pelos nossos impostos, seja na saúde, educação ou na justiça. Não percebo se Mário Soares defende um aumento de impostos para que o estado se fortaleça ainda mais, ou se tem outra qualquer fórmula mágica, nacionalizações por exemplo, mas sei que o estado já hoje beneficia duma enorme vantagem na relação com os contribuintes, logo não percebo, mas gostaria de perceber o que entenderá o dr. Mário Soares por fortalecer o estado. Pelo contrário, julgo que o escessivo peso do estado nos conduziu ao estado a que isto chegou, como aliás tivemos um exemplo recente com a contratação por parte do ministério das finanças de serviços a um hospital privado, por sairem mais baratos, logo poupando dinheiro ao contribuinte, a todos nós, o que indignou a ministra da saúde, tal como Mário Soares agarrada a preconceitos meramente ideológicos, mas não tratando do essencial, conseguir colocar o tal estado forte a funcionar de forma eficiente ao serviço da população, para mais quando o estado não visa o lucro, ao contrário dos privados, que conseguem mais eficácia, a menor preço e ainda obterem o lucro que procuram. Fortalecer o estado? não, obrigado dr Mário Soares!


26
Mai 08
publicado por António de Almeida, às 16:39link do post | comentar | ver comentários (3)

Governo não cederá “à tentação de facilitismo” de congelar preços dos combustíveis

     -Socrates persiste em misturar questões, por forma a manipular a opinião pública da forma mais conveniente. Claro que o governo não deve baixar o preço dos combustiveis, nem proceder ao seu congelamento, a fixação de preços não é competência ministerial mas dos agentes económicos, o que se pede ao governo é a redução do ISP, o que é tecnicamente muito diferente de congelar ou reduzir preços. E já agora, que o estado saia do capital da GALP onde detém uma golden share, e que termine o monopólio da refinação de petróleo em Portugal. Atirar á opinião pública a culpa para cima dos mercados, afirmando que estes se encontram liberalizados, quando uma empresa detém o exclusivo da refinação e em simultâneo a maior quota de mercado na distribuição, é chamarem-nos de parvos.


publicado por António de Almeida, às 09:37link do post | comentar | ver comentários (4)

Manuela Ferreira Leite opõe-se à descida dos impostos sobre os combustíveis    

      -Periodicamente tenho aqui lançado críticas a Manuela Ferreira Leite e a Pedro Passos Coelho por considerar que ambos têm credibilidade para liderar o PSD, mas também por não subscrever nenhuma das candidaturas, mantendo-me equidistante de ambas, por alguma razão não sou militante social-democrata, embora tenha votado naquele partido na maior parte dos actos eleitorais. Não defendo de agora a redução do ISP, há muito tempo que afirmo ser o automovel a galinha dos ovos de ouro do estado, sob as mais diversas formas, entenda-se impostos, IA, ISP, Portagens, IVA sobre todos eles etc. O que defendo é uma harmonização fiscal com Espanha, nomeadamente em termos de ISP, a questão ganhou visibilidade nos últimos tempos pela subida do preço dos combustiveis, onde defendo que o governo não deve intervir, o seu papel é meramente legislador, assegurando que as regras são cumpridas através de fiscalização regular dos agentes económicos. Manuela Ferreira Leite vem colocar-se de acordo com o governo, dando razão aqueles que criticam a convergência das suas posições com o governo, é uma questão de escolha, eu prefiro acreditar ser possível baixar impostos, a consequência será uma diminuição das receitas públicas, que deve ser seguida por uma redifinição do papel do estado. Eu sou liberal, Manuela Ferreira Leite não é!


25
Mai 08
publicado por António de Almeida, às 11:54link do post | comentar | ver comentários (7)

      -Portugal tem uma péssima tradição histórica, desaproveitar as oportunidades com que ciclicamente se depara. Grande parte do gigantesco apoio financeiro comunitário nos anos 80 evaporou-se inutilmente, tolerando o chico-espertismo e premiando o oportunismo, em lugar de apostar num desenvolvimento sustentavel, e mais tarde no final dos anos 90 reeditámos os amanhãs que cantam mas ninguém ouviu, promovendo o diálogo, embarcando num irresponsavel nacional-porreirismo para tudo terminar num pântano de onde ainda hoje não conseguimos verdadeiramente sair. Sem dinheiro no presente, com uma conjuntura internacional pouco favoravel nem margem para aumentar impostos, pelo contrario, cada vez mais existe pressão no sentido inverso, e não dispondo felizmente da mais aberrante solução que os ministros das finanças dispunham que era desvalorizar a moeda, obrigados, e bem, a manter as contas públicas controladas, não existem soluções milagrosas nem bolas de cristal. Aumentar a receita não é mais possível, resta reduzir a despesa, mas qual? e as consequências? o actual modelo de estado social é impossível de manter por muito mais tempo, os portugueses não têm dinheiro para poderem pagar o aumento dos vencimentos dos funcionarios públicos, a escola pública, o SNS,  as SCUT, ainda há quem fale em subsidiar transportes, reduzir ISP e alargar o âmbito dos passes sociais, e muitas outras políticas com a mesma matriz que consomem grande parte das finanças públicas. O estado não pode gastar aquilo que não tem, que não recebe, a não ser que encarem como solução possível aumentar irresponsavelmente a dívida pública, deixando a factura ás gerações vindouras. Nesta encruzilhada que caminho seguir? Apenas o estímulo da economia poderá gerar riqueza e criar emprego, mas não defendo um paraíso de gestores, o nosso PSI 20 é uma vergonha, quantos são verdadeiros empresários e correm riscos? só se fôr o risco de serem despedidos com uma choruda indemnização pelos accionistas das empresas que gerem após terem tomado más decisões, defendo sim um papel menor do estado, um estado mais pequeno tem menos parasitas á volta, consome menos recursos, que ficam disponíveis para investimento e consumo por parte duma sociedade que neste momento está completamente estrangulada por uma excessiva carga fiscal. Diminuindo o papel do estado também será possível instalar no país uma cultura de concorrência, e não aquele corporativismo herdado que representam as maiores empresas nacionais, muito grandes por cá, esmagando a concorrência e ditando regras no mercado, mas simultaneamente negociando apoios e subsídios, e não raras vezes influenciando o poder político procurando obter legislação por medida, gostaria de ver o estado privatizar totalmente essas empresas, entregá-las definitivamente a si próprias, sem participações nem golden-shares, e obrigá-las a fazer pela vida, como milhões de portugueses diariamente. Definir em primeiro lugar o papel do estado, e fazer as reformas necessárias é o desafio que se coloca a Portugal nesta altura, existirão políticos dispostos a tal trabalho?


24
Mai 08
publicado por António de Almeida, às 10:50link do post | comentar | ver comentários (12)

PSD: Liberalismo de Passos Coelho e impostos no centro do debate da TVI     

       -Manuela Moura Guedes demasiado interventiva e pouco moderadora, procurando sobretudo questionar o liberalismo de Passos Coelho, com um estilo a meu ver roçando o desagradavel, Manuela Ferreira Leite pouco falou mas foi certeira nas suas afirmações, a Patinha Antão pouco ligavam, parecia que estavam a fazer um frete permitindo a sua presença, Santana Lopes terá sido o melhor dos 4 afirmando que baixará impostos ao invés de Ferreira Leite. Não admira, sempre utilizou muito bem a televisão, o problema continua a ser a falta de credibilidade. Quanto a Passos Coelho ficamos sem perceber que medidas pretende implementar. Pouco, muito pouco, embora um debate a 4 durante pouco mais de meia hora com aquela jornalista dificilmente poderia oferecer-nos algo mais.

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publicado por António de Almeida, às 10:28link do post | comentar | ver comentários (2)

Feira do Livro de Lisboa abre hoje com subsídios por definir

      -Irei á feira uma ou duas vezes cumprindo um ritual a que anualmente me obrigo, não procuro normalmente os últimos lançamentos na feira, nem tão pouco o livro do dia, se tiver sorte tanto melhor mas não tenho tempo para andar por lá diariamente, muito menos autografos, costumo sim adquirir alguns classicos ou autores que me despertaram interesse tardio. Toda esta polémica passou-me completamente ao lado, quero lá saber se o grupo LeYa tem pavilhões diferentes, espero é que sejam melhores, mais funcionais, que me permitam uma melhor consulta sem estar constantemente a fazer perguntas, e já agora que os restantes editores melhorem no próximo ano, igualando ou ultrapassando a LeYa. O que quero mesmo é adquirir uns livros, eu sei que existem outros espaços, os meus habitos de leitura não dependem do evento mas a feira proporciona-me bons momentos ao ar livre, ainda bem que não se perdeu mais esta tradição.


23
Mai 08
publicado por António de Almeida, às 20:13link do post | comentar | ver comentários (1)

Ferreira Leite entregou 3566 assinaturas, Passos Coelho e Santana cerca de três mil 

      -António Neto da Silva anunciou não ter conseguido reunir as assinaturas necessárias para concorrer ás eleições no PSD, culpabilizando a comuncação social pela falta de mediatização da sua candidatura. A surpresa é a meu ver Patinha Antão ter entregue 2500 assinaturas, mas talvez tenha obtido uma mãozinha das estruturas regionais algarvias, não sei, mesmo respeitando todos os candidatos por igual não me surpreenderia que venha a obter menos votos que assinaturas. Das outras candidaturas nada a registar, começam hoje os debates, e numa luta renhida qualquer deslize poderá revelar-se fatal, julgo mesmo que nos debates pouco ou nada se pode ganhar, mas tudo se pode perder.

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publicado por António de Almeida, às 09:56link do post | comentar | ver comentários (1)

     -Muito se tem falado da subida do preço do petróleo nos mercados mundiais, acusam-se os especuladores mas pouco se diz acerca dos produtores. Em primeiro lugar convém refererir que apesar do aumento do consumo por parte de indianos e chineses não existe que se conste escassez de produção, nem ameaças quanto a eventuais falhas de abastecimento, e se alguns países como Portugal perdem claramente poder económico, outros como Irão, Venezuela, Nigéria, Arábia Saudita aumentam diariamente os seus lucros, até mesmo no Iraque não sei se estará relacionado, mas a verdade é que a situação interna acalmou um pouco. Que interesse terão os produtores em travar a actual escalada de preços? A mesma serve para financiar regimes pouco recomendáveis e governantes déspotas, de Chavez a dos Santos, passando por dinastias opulentas, e até mesmo democracias que passam incólumes pela crise mundial como é o caso da Noruega. Tais países têm um produto apetecivel e valioso, extraindo dele o máximo lucro possivel, caberá aqueles que o não têm apostarem na poupança energética por um lado, encontrando e desenvolvendo energias alternativas por outro. Nesse contexto a Itália anunciou a construção de 3 centrais nucleares de ultima geração, Portugal com quilometros de costa, um sol de fazer inveja, recusa discutir o nuclear, e tão pouco se vislumbram opções pelo aproveitamento das energias renovaveis. É nestes momentos que precisavamos de governantes com uma visão estratégica, capazes de pensar o país, alguém sabe por onde andam?


22
Mai 08
publicado por António de Almeida, às 20:00link do post | comentar | ver comentários (2)

Ferreira Leite gostava de contribuir para que Sócrates dormisse “menos bem" 

      -Manuela Ferreira Leite congratulou-se pelo facto de José Socrates ter mostrado preocupações sociais. No entanto a candidata continua apostada em passar de forma discreta na campanha, limitando-se a palavras de circunstância sobre credibilidade, vitória nas legislativas, continuando a não apresentar propostas alternativas á governação PS. Será um caso curioso de analisar esta estratégia após as eleições por parte dos entendidos na matéria, mas lá que surpreende a forma como ignora os adversários, não lhes dedicando uma palavra, quer a ataquem ou não, centrando o discurso apenas no governo. Dentro de dias saberemos se a estratégia terá sido brilhante ou suicídio.


publicado por António de Almeida, às 11:17link do post | comentar | ver comentários (15)

Petróleo: barril de Brent ultrapassou os 135 dólares em Londres

     -A questão já não me parece ser se, mas quando atingirá o barril de petróleo os 200 dolares, este ano ou no próximo? Até quando continuará o pudor de não discutirmos de forma séria a energia nuclear em Portugal? Até quando a energia eólica e solar continuarão a não ser uma aposta estratégica neste país? Até quando os nossos recursos hidricos continuarão mal aproveitados? Por agora podemos continuar a discutir o valor do ISP, mas daqui a uns tempos mesmo que o governo deixasse de cobrar ISP o litro de combustivel estaria mais caro do que hoje, na altura que fazer? Aumentar o IRC, IRS e IVA para subsidiar o combustivel?


publicado por António de Almeida, às 10:23link do post | comentar | ver comentários (2)

 

       Há uns dias, mais concretamente no início do mês previ que Manuela Ferreira Leite iria ganhar as eleições no PSD obtendo cerca de 40% dos votos, Passos Coelho ficaria em segundo com cerca de 35% e Santana Lopes em terceiro a rondar os 20%. Não tive por base qualquer sondagem ou estudo de opinião, apenas troca de impressões, e a minha intuição pessoal, vale o que vale, ou seja praticamente nada, no máximo tanto como qualquer outra. Mas tenho observado uma crescente dinâmica na candidatura de Passos Coelho, fossem as eleições decididas na blogosfera ganharia com maioria absoluta, ao contrario de Santana Lopes  que não consegue mobilizar apoios nem entusiasmar, e caso se verifique alguma transferência de votantes de Santana para Passos Coelho, este poderá inclusivé encostar percentualmente em Manuela Ferreira Leite, e colocar-lhe um grave problema em termos de legitimidade, ou até ultrapassá-la, dado que a sua candidatura também não galvaniza, julgo mesmo que dificilmente conseguirá convencer novos militantes a aderirem, a estratégia passará por segurar todos aqueles que numa primeira hora apostaram no seu passado e curriculum como forma de reunificar e credibilizar o partido, mas terá ficado por aí. Passos Coelho por contrário tem vindo a crescer, sente-se, no discurso, primeiro procurou demarcar-se dos outros candidatos, neste momento enfrenta-os sem problemas colocando-lhes questões e marcando diferenças, é também aquele que melhor marca uma agenda política de oposição ao PS, em particular ao engº Socrates, propondo uma saída gradual do estado na economia, uma flexibilização progressiva da legislação laboral, não se afirmando de centro esquerda mas de centro direita o que é uma manifesta diferença a M.F.L., mais próximo aqui de Santana Lopes, mas com um discurso mais credível e afirmando um projecto, e não apenas procurando agendar uma revanche com a História. Por todas as razões que acima enunciei continuo a atribuir o favoritismo a M.F.L., mas abrindo a porta a uma surpresa por parte de P.P.C., que a verificar-se também recuperaria para o partido a credibilidade e seriedade na acção política, desde que alguns dos seus apoiantes não sejam promovidos a porta-vozes, vice-presidentes ou algo semelhante, com a agravante de algumas vozes historicamente dissonantes, as chamadas "elites", perderem elas a legitimidade e credibildade perante os militantes que manifestamente por mais que tentem não conseguem representar. Pedro Passos Coelho que era visto até aqui como uma espécie de reserva do partido, esperança para um futuro a médio prazo poderá ser aquele que no presente tem melhores condições para reunificar o PSD, não hostilizando uns nem outros, quer as "bases populistas" quer as "elites intelectuais" poderão aceitar uma sua eventual vitória sem drama, estando ao seu lado no dia seguinte á eleição, até incorporarem alguns membros na sua comissão política, algo que será impensavel quer para Santana Lopes ou Manuela Ferreira Leite. Se os militantes apanharem este pressentimento, fartos de guerra de guerrilha, lutas e divisões internas, a candidatura de Passos Coelho poderá mesmo sair vitoriosa.

 

 


21
Mai 08
publicado por António de Almeida, às 13:14link do post | comentar

     -Pessoalmente defendo que o estado não deve ser um player económico, cabendo-lhe exclusivamente o papel de regulação e fiscalização, assegurando o normal funcionamento do mercado. Outros como os socialistas defendem diferentes opções justificando que por vezes o estado pode ter necessidade de intervir, enviar sinais aos restantes operadores económicos. Seguindo então a lógica socialista, não seria altura do estado intervir nos preços praticados no mercado dos combustiveis? Convém relembrar que a GALP, empresa participada pelo estado, detém o exclusivo da refinação, sendo líder na distribuição de combustivel em Portugal. Para deixar o mercado livremente, solução que prefiro, não se justifica a manutenção do estado no capital da GALP. Por outro lado, quando pensará o país discutir de forma séria a factura energética, ponderando a questão da energia nuclear?


publicado por António de Almeida, às 11:31link do post | comentar | ver comentários (11)

 

     -Vi ontem a entrevista de Pedro Santana Lopes na SIC-N, falou de divergências com a política de Manuela Ferreira Leite, apontou a falta de experiência de Pedro Passos Coelho, afirmou-se disponivel para liderar o partido e voltar a governar o país. Quase que me comoveu, depois lembrei-me:

 


publicado por António de Almeida, às 10:15link do post | comentar

 

Obama já conseguiu maioria de delegados eleitos através de voto popular    

      -O senador Barack Obama garantiu ontem a maioria dos delegados eleitos, sendo agora uma impossibilidade matemática Hillary Clinton ultrapassá-lo, a menos que conseguisse a reabilitação dos votos da Florida e Michigan. Convém recordar que esses estados foram banidos do colégio eleitoral democrata com o acordo de todos os candidatos por terem alterado as datas das primárias, embora agora a sen. Clinton venha dar o dito por não dito, procurando que os resultados sejam considerados. Num dos estados, Michigan, o sen Obama nem constava nos boletins de voto, gostaria de perceber a lógica da senadora para reabilitar tal votação. Contudo Obama não conseguirá a nomeação sem o apoio dos superdelegados, onde tem vindo a conquistar apoios, contando nesta altura com cerca de 30 delegados de avanço face á sen Clinton, com tendência para aumentar, já que os membros do partido não irão querer certamente desrespeitar o voto popular, muito menos voltarem a protagonizar tristes espectaculos ao género Bush vs Gore para decidir no tribunal, embora a sen Clinton mostre estar disposta a tudo, depois de ter falhado uma vitória que parecia certa até á super terça-feira.

 


publicado por António de Almeida, às 09:30link do post | comentar | ver comentários (5)

Petróleo pesa um terço no custo total dos combustíveis

      -Se o petróleo pesa um terço do valor dos combustiveis, e estamos alinhados com Espanha e média europeia antes de impostos, quem é que está de facto a lucrar com toda esta especulação? Porque razão o ISP não incide sobre o litro de combustível mas sobre o preço do mesmo? Por outro lado, se existem agentes económicos a mais (postos de abastecimento), porque razão não entram em concorrência? Começam a surgir vozes pedindo a regulamentação do mercado, sabemos como acabam as intervenções do estado, duma ou outra forma sempre com os consumidores a pagar os serviços e a regulação.


20
Mai 08
publicado por António de Almeida, às 23:26link do post | comentar

 

 -Resultados completos podem ser consultados aqui ou aqui.

 


publicado por António de Almeida, às 16:33link do post | comentar | ver comentários (3)

Sócrates escolhe economia para o debate parlamentar de amanhã

     -Mais do que criticar a política económica do governo quero perceber quais as propostas alternativas que a oposição apresentará. Nomeadamente o PSD que tem sido muito acusado de não se conseguir diferenciar de José Socrates, deverá aproveitar esta oportunidade, se conseguir, para mostrar aos portugueses que existe um caminho diferente daquele por onde o PS nos tem conduzido, e que já sabemos não resultar, basta ver os números do crescimento económico, relatórios do FMI, UE e até mesmo Banco de Portugal. Estarei atento ao debate, esperando no final do dia não afirmar ter sido mais uma oportunidade perdida, principalmente por parte do PSD e CDS-PP. Aguardemos!


publicado por António de Almeida, às 10:39link do post | comentar | ver comentários (2)

Manuela Ferreira Leite considera que a prioridade do país é de “natureza social”  

    -Quando afirma que a prioridade do país é de natureza social ninguém de bom senso poderá obviamente discordar. O problema reside na forma de ajudar as pessoas, pelos vistos Manuela Ferreira Leite julga que tal papel é competência do estado, e por consequência da acção governativa, eu acredito que os problemas sociais se resolvem em grande parte com o crescimento económico, o qual só pode ser conseguido á custa da redução de impostos, sendo desejável uma saída do estado da economia e redução da administração pública. Estou cada vez mais próximo de Passos Coelho, mas existe um problema a meu ver, tenho dificuldade em acreditar numa mudança efectiva quando reparo nos apoios que diariamente aderem á sua candidatura, convém não esquecer que o PSD já por varias vezes governou Portugal, nunca tendo vocação reformadora, bem pelo contrário, ocupou e parasitou de titulares de cartão laranja os diversos níveis da administração, independentemente da generosidade e seriedade dos objectivos de Pedro Passos Coelho, algo me diz que muita daquela gente que lhe manifesta apoio espera mais do mesmo e recuperar os privilégios perdidos.


publicado por António de Almeida, às 09:50link do post | comentar | ver comentários (2)

 

       -Apesar das sondagens apontarem neste momento para uma maioria de apoiantes do SIM ao tratado de Lisboa, 38-28, as mesmas revelam existir ainda cerca de 30% de indecisos. Não posso obviamente envolver-me numa questão interna irlandesa, sorte deles terem uma constituição que impede o golpe burocrático aparelhistico imposto pelos ignorantes que a partir de Bruxelas decidiram fazer tábua rasa da identidade histórica dos povos europeus, ignorando os seus costumes e tradições para caminhar em direção a uma europa dos políticos depois de passarem anos a falar numa europa dos povos. Porque será que me sinto Português, outros sentem-se Espanhois, Franceses ou Ingleses mas ninguém se sente verdadeiramente europeu? Admiram-se com o afastamento diria mesmo alheamento das pessoas face aos políticos, mas insistem em decidir todas as questões importantes nas nossas costas. Ainda tenho esperança, aliás tenho 2 esperanças, que os Irlandeses votem NÃO, ou que as organizações que lutam pelo referendo em Inglaterra consigam o apoio da câmara dos Lordes onde Gordon Brown não tem maioria.

 


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