La démocratie donne toute sa valeur possible à chaque homme, le socialisme fait de chaque homme un agent, un instrument, un chiffre. - Alexis de Tocqueville
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Abr 08
publicado por António de Almeida, às 13:41link do post | comentar | ver comentários (3)

“Carjacking” cresce e é cada vez mais violento 

 

      -Apenas o governo teima em não ver o crescimento do sentimento de insegurança que se vive na sociedade portuguesa, apesar do crescente número de vozes em contrário. Podem até afirmar que os números da criminalidade têm vindo a baixar, não serei eu a desmenti-los, tallvez exista mesmo alguma redução na pequena criminalidade, associada ao tráfego e consumo de drogas, mas fenómenos como o carjacking ou assaltos á mão armada têm vindo a crescer, em plena luz do dia, porque os marginais perderam o medo e a vergonha. Mais uma vez defendo a necessidade do agravamento das penas de prisão, para criar algum efeito dissuasor, e sobretudo, mais, e mais bem equipada polícia nas ruas das nossas cidades. Haja coragem para declarar guerra ao crime e criminosos.


publicado por António de Almeida, às 10:49link do post | comentar | ver comentários (1)

Grupo invade esquadra de Moscavide para agredir rapaz que apresentava queixa   

 

         -Bem sei que ontem era domingo, fim de semana prolongado, muita gente estaria ausente de Lisboa, naturalmente a PSP teria menos efectivos, mas deixar numa esquadra apenas o graduado de serviço, para mais num sítio onde inclusivé se guardam armas, não lembraria a quem quer que seja. É certo que todos queremos ver polícias patrulhando as nossas cidades, para estarem na rua os agentes não podem permanecer nas esquadras, mas deve existir um efectivo mínimo no interior das mesmas, e um número suficiente nas ruas, se tal efectivo não existe, o governo que pare de gastar dinheiro onde não deve, e forme novos agentes, a bem da segurança dos portugueses, e neste caso dos próprios agentes. O que se passou ontem em Moscavide, para lá de lamentável, é intolerável num estado de direito, que um cidadão seja agredido no interior da própria esquadra, por invasores que aproveitaram a falta de segurança da mesma. Deixem-se de amanhãs que cantam, acreditar em políticas de próximidade, e outras parvoíces, criem uma efectiva política de segurança duma vez por todas.


publicado por António de Almeida, às 09:26link do post | comentar

 

      -Manuela Ferreira Leite, figura respeitada pelos militantes do partido, fez parte dos governos de Cavaco Silva, elevada a ministro de estado com Durão Barroso e presidente da mesa do congresso com Marques Mendes, nunca aceitou liderar qualquer solução directiva no partido, vista como uma espécie de reserva moral, apoiada pelas chamadas elites, outrora barões, vê-se agora obrigada a disputar a liderança numas directas, quando talvez preferisse outra solução, nomeadamente Rui Rio ou Marcelo Rebelo de Sousa. Entrando na campanha com uma aura de pacificadora, capaz de federar as diferentes correntes de personalidade dentro do PSD, já que neste partido os alinhamentos e as fidelidades têm mais a ver com questões pessoais do que programáticas, vê-se obrigada a ir a votos com pelo menos 2 adversários fortes, Santana Lopes e Passos Coelho, já que os outros candidatos que até agora avançaram não podem ser encarados de forma séria. Mas Ferreira Leite não deixa de correr alguns riscos, caso perca, e pode acontecer uma inesperada reunião de apoiantes de Menezes em redor da candidatura de Passos Coelho, como expliquei em post anterior, desaparece a reserva moral, e com ela calam-se duma vez por todas as elites, excepção a Marcelo Rebelo de Sousa que tem uma agenda, mas também um peso por si próprio dentro do partido, e Rui Rio desde que ganhe a câmara do Porto, mesmo assim continuaria em sérias dificuldades face á linha populista que Menezes quis impôr ao partido. Mas apesar de tudo, a minha previsão é que a candidatura de Manuela Ferreira Leite saia vencedora, embora por margem mais curta do que a inicialmente esperada, o que a concretizar-se não pacificará o partido, mas apenas o conduzirá a um resultado digno, longe da catastrofe até agora anunciada, formando um grupo parlamentar com todas as sensibilidades representadas, retirando-se da liderança após cumprir o mandato, em 2010, adiando para essa altura novas lutas internas com os protagonistas do costume, Menezes, Passos Coelho, Rio, Santana Lopes se ainda existir politicamente. Para que tal aconteça, e o PSD não repita os erros do passado, será necessário não hostilizar em demasia Ferreira Leite, nomeadamente aqueles que pretenderem liderar o partido após este consulado, para terem espaço de manobra em integrarem as listas de deputados, mesmo que venham a suspender o mandato numa primeira fase, será importante estarem no Parlamento quando, e se, ascenderem á liderança do partido.


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