La démocratie donne toute sa valeur possible à chaque homme, le socialisme fait de chaque homme un agent, un instrument, un chiffre. - Alexis de Tocqueville
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Abr 08
publicado por António de Almeida, às 18:42link do post | comentar | ver comentários (2)

Portas tem provas que ASAE quantifica objectivos anuais para os inspectores 

-Paulo Portas proferiu uma grave acusação, afirmando que a ASAE distribui objectivos quantitativos pelos seus inspectores, os quais devem ser traduzidos em coimas, processos-crime e até no encerramento de estabelecimentos. Se tal se confirmasse seria intolerável, um pouco como se um polícia viesse á rua com o objectivo de prender determinado número de pessoas, cruzando-se ou não com criminosos. Entretanto António Nunes, presidente da ASAE, já desmentiu a existência de tais objectivos, pelo que caberá agora a Paulo Portas dentro das regras do jogo democrático a apresentação pública das ditas provas, porque na luta política não pode valer tudo, ao fazerem-se acusações será necessário prová-las. Aguardemos pois que Paulo Portas cumpra agora a sua obrigação.


publicado por António de Almeida, às 11:59link do post | comentar | ver comentários (1)

Santana nega ser candidato contra vontade de Menezes e diz que teria apoiado Marcelo 

        -Muitos ainda não perceberam as razões que levaram o então Presidente da República, Jorge Sampaio a dissolver a Assembleia da República, entre os quais certamente estará Santana Lopes. Convencido que não chegou a ter tempo para mostrar serviço perante o país, afirmou ao partido na hora da despedida, que iria andar por aí, apostou num processo de reabilitação da sua imagem, associada a gaffes e trapalhadas, o que gradualmente até vinha conseguindo. Tem tido um razoável desempenho enquanto lider parlamentar, não sendo obviamente o culpado pela falta de credibilidade e ziguezagues constantes que caracterizaram os meses de liderança de Luis Filipe Menezes no PSD. Só que em 2004 existia em Portugal um mito, o da invencibilidade de Santana Lopes em eleições, mito esse que no ano 2005 viria a terminar com um dos piores resultados na história do partido em legislativas, e maioria absoluta, a primeira em termos históricos do PS e José Socrates. Estarão hoje reunidas condições para Santana Lopes inverter os resultados de 2005? Julgo que manifestamente não, olhando para o país, percebe-se que existe desgaste do governo, mas nenhum apoio nas lideranças dos partidos sentados á direita no hemiciclo, Paulo Portas ainda está a ser penalizado pelo regresso precipitado, nomeadamente pela forma truculenta como Ribeiro e Castro foi apeado da liderança, episódio que os portugueses não esquecem facilmente e faz com que o PP tenha hoje sondagens pouco favoráveis, veremos a sua capacidade de recuperação até 2009. O que manifestamente os portugueses não precisam é que sejam os dois derrotados nas legislativas de 2005 a enfrentarem Socrates, o qual poderá já começar a preparar o próximo executivo na hipótese de Santana Lopes vencer as directas no partido, pois perante tal cenário nova maioria absoluta será practicamente certa.  Ter ou não o apoio de Menezes será importante para Santana Lopes ganhar o partido, é uma questão de pormenor meramente interno, mas sem as figuras mais prestigiadas no país, militantes ou não, será impossível ganhar o país, algo que Santana Lopes teima em não perceber, apostado que está na desforra, a qual apenas por suicídio poderá ser permitida pelos militantes.


publicado por António de Almeida, às 09:33link do post | comentar | ver comentários (1)

Jardim apela "ao PSD do povo" para que se revolte contra candidaturas à liderança

-Agora é Alberto João Jardim que vem falar em revolta popular, esperando por uma vaga que não surge. Aliás, os últimos anos vividos no PSD são tudo menos entusiasmantes, para que surjam vagas a apoiar quem quer que seja, Menezes terá percebido isso tarde de mais, Santana e Jardim ainda não o perceberam. O PSD é um partido vocacionado para o poder, o melhor a que os militantes podem aspirar por agora será um resultado honroso, a rondar  uns 30% nas legislativas, em tais circunstâncias não irão certamente surgir as tão apregoadas vagas, e as críticas á liderança começarão inevitavelmente no dia seguinte ás directas. O PSD na verdade não procura um líder, e sim um salvador, um homem providencial, uma espécie de D.Sebastião, algo que na realidade não existe, nem pode existir, mas que o destino por vezes em circunstâncias fortuitas atravessa no caminho dos partidos. Foi assim com Cavaco Silva, sem o fenómeno PRD e o desnorte na liderança socialista, nunca teria obtido a maioria absoluta, repetiu-se a história com Socrates, o caso Casa Pia, a ida de Durão Barroso para Bruxelas e as trapalhadas Santanistas contribuiram mais para a actual maioria do que qualquer estratégia traçada no Largo do Rato. As vagas não se pedem, surgem, as maiorias no nosso sistema político, acontecem. Alberto João Jardim já anunciou estar a cumprir o seu último mandato enquanto presidente do governo regional da Madeira, pelos vistos não se importaria de deixar a Vigia um pouco mais cedo para se instalar na Buenos Aires, falta-lhe contudo credibilidade no continente, ainda que o PSD não seja propriamente virgem na colocação de figuras "originais" em lugares de relevo.


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