-Caro anónimo, escreva 20 vezes o seu nome, não se esconda debaixo do anonimato, para não pensarmos que o sr não passa dum reles cobarde que recusa dar o nome.
António de Almeida a 13 de Abril de 2008 às 19:14

Veja lá se se deixa mas é de asfixiar a sua inteligência com masturbações de asfixias do Estado e se aprende a escrever PRÁTICA. Não é práctica. Escreva lá 20 vezes! PRÁTICA.
Anónimo a 13 de Abril de 2008 às 01:49

Tem gente com uma capacidade de argumentação.

Ainda bem que o "Publico", só agora é que reparei que um texto teu saiu lá, não se preocupou com as virgulas, aliás não tive noticias que alguma máquina de impressão tivesse ficado com uma virgula entalada.

Pois eu estou como tu, todos os dias sou avaliado, anda um individuo constantemente a ver o que eu ando a fazer.

Quem não deve não teme.
Tiago R. Cardoso a 12 de Abril de 2008 às 23:37

-Caro anónimo, sou avaliado diariamente nas minhas funções, através dos resultados que apresento. Certamente que não terá receio em que igual princípio lhe seja aplicado, estarei errado?
António de Almeida a 12 de Abril de 2008 às 12:58

Seria aconselhável frequentar um curso básico de escrita. Esta incompetência discursiva afecta (e muito!) a intelegibilidade do que escreveu. As escolas estatais formam indivíduos que escrevem muito melhor que o senhor...
Anónimo a 12 de Abril de 2008 às 12:56

Sr. António Almeida:
1- Sou professor.
2- Se tivesse que classificar a sua prosa no que se refere ao rigor gramatical e ao respeito pela lingua portuguesa, não hesitaria em dar-lhe "insuficiente". Apenas um exemplo: logo na primeira linha do seu texto o sr, separa com uma vírgula o sujeito do predicado. Não lhe ensinaram que isso não faz sentido? Saber escrever, o sr. não sabe.O que, pelos vistos, não o inibe de se pronunciar sobre a avaliação de desempenho dos docentes.
Anónimo a 12 de Abril de 2008 às 12:04