La démocratie donne toute sa valeur possible à chaque homme, le socialisme fait de chaque homme un agent, un instrument, un chiffre. - Alexis de Tocqueville
08
Jul 10
publicado por António de Almeida, às 10:21link do post | comentar

-Sempre considerei aberrante e bizarra a manutenção pelo Estado de direitos especiais em empresas, através de golden share. Agora vem o Tribunal de Justiça da U.E. considerar tal prática injustificável, por restringir a livre circulação de capitais. Sem dúvida uma excelente notícia para os investidores, um bom dia para a Liberdade. Já o governo socialista, apesar de ainda dispor de algumas possibilidades de recurso, que poderá utilizar como manobra dilatória, acabará derrotado, não apenas na PT, que está longe de ser a única empresa privatizada, mas simultaneamente tutelada pelo poder político.

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Da perspectiva de uma direita liberal tem absoluta razão. Ou há capitalismo total ou não.
José Manuel Faria a 8 de Julho de 2010 às 11:58

Para além de que mandar sem lá ter o dinheiro, me parece um princípio imoral em qualquer circunstância, se o governo entende que a empresa é estratégica, o que não defendo, mas é outra discussão, o caminho é simples, não se privatiza, não dá é para querer sol na eira e chuva no nabal...

Exemplo do que pode esperar um português comum do seu país. Contrastando com o caso do rapaz, filho de um jornalista conhecido, que fumou umas ganzas no Dubai.

«Maria Antonieta Liz passou mais de cinco anos na prisão na Venezuela condenada por tráfico de droga, mas as autoridade portuguesas, que andavam a investigar as outras duas mulheres que com ela também foram condenadas a nove anos de prisão, sabiam da sua inocência e nada puderam fazer para evitar a prisão. Maria Antonieta, de 63 anos, conseguiu agora ser transferida para o estabelecimento prisional de Tires, aonde chegou no domingo, para cumprir o resto da pena. Mas, deve ser libertada dentro de poucos dias, apurou o DN.

O caso parece kafkiano. As autoridades venezuelanas detiveram as três mulheres portuguesas em Outubro de 2004, no aeroporto, quando se preparavam para regressar a Portugal num avião fretado que iria transportar mais de 300 quilos de cocaína. Por isso, a tripulação foi também detida - dois pilotos e uma assistentes de bordo.

Mas a Polícia Judiciária (PJ) tinha conhecimento daquela viagem porque desde Janeiro daquele ano que mantinha sob escuta as duas outras mulheres - Maria Margarida Mendes e Virgínia Passos - que foram detidas conjuntamente com Maria Antonieta.

Essas duas mulheres, a rondar os 60 anos, juntamente com uma espanhola, de 43 anos, Francisca Trujillo, já em Abril haviam planeado uma outra viagem à Venezuela, para irem buscar droga, com partida no dia 30, igualmente num avião fretado. O regresso foi a 30 de Maio com sete malas com cocaína descarregada no aeródromo de Tires. Tudo isto foi acompanhado pela PJ.

Aquelas mulheres planearam nova viagem para Outubro. A PJ, através das escutas telefónicas, estava a par. Só que dessa vez Virgínia Passos resolveu convidar Maria Antonieta, que é viúva e sem filhos, a acompanhá-la. Naquele momento, encontrava-se a trabalhar numa loja de artesanato, em Arraiolos, emprego que fora arranjado pela filha de Virgínia.

A PJ esperava deter no regresso as duas mulheres portuguesas - Maria Margarida Mendes e Virgínia Passos - e a espanhola Francisca Trujillo. Mas quando o avião está quase a arrancar da Venezuela, a tripulação verificou que no porão havia malas a mais que não tinham sido registadas, e chamaram as autoridades, que logo descobriram a cocaína. As investigações portuguesas foram goradas.

Mas havia ainda a viagem de Abril . O Ministério Público deduziu acusação contra as duas portuguesas e a espanhola e, referindo-se à viagem de Outubro, o procurador encarregue do processo, Vítor Magalhães, o mesmo que investigou o caso Freeport, deixou claro que Maria Antonieta tinha sido recrutada in extremis para a viagem. O magistrado explicou que a aceitação do convite é compreensível porque não é todos os dias que se viaja em avião particular até à Venezuela. Esta acusação foi deduzida em Outubro de 2005.

Mas, passados dois meses, um tribunal venezuelano condenou as três mulheres a nove anos de prisão. Francisca Trujillo escapou porque no dia da partida não apareceu no aeroporto. As autoridades portuguesas sabiam que, relativamente a Maria Antonieta, foi cometido um erro judiciário, mas nada puderam fazer.»

P.S. Além disso, Sócrates e o PR nem conhecem Chavez nem este tem telefone.
Indignado a 13 de Julho de 2010 às 08:50

Olá! que legal esse blog! Estou estudando Português e, em seguida, desculpa meus erros! Virei visitá-lo
metro madrid a 21 de Novembro de 2010 às 16:50

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